Esporte

Mousasi aponta nacionalidade iraniana como razão de baixo salário no UFC

09/04/2017 12h54

Gegard Mousasi soltou o verbo após sua vitória sobre Chris Weidman no UFC – Youtube

Ex-campeão do Dream e do Strikeforce, Gegard Mousasi segue em sua caminhada para conquistar o cinturão peso-médio (84 kg) do Ultimate. Tal objetivo ficou a ainda mais próximo com sua vitória recheada de polêmicas sobre Chris Weidman na madrugada deste domingo (9), em combate que foi a atração co-principal do UFC 210. No entanto, apesar de estar a poucos passos de um disputa pelo título, o iraniano não escondeu sua insatisfação com a organização. Isso porque, de acordo com ele, sua remuneração é injusta.

Durante a coletiva de imprensa realizada no ginásio KeyBank Center, na cidade de Buffalo (EUA), Mousasi fez questão de explicar seu ponto de vista. O lutador, que é um dos atletas pesos-médios mais experientes e vitoriosos em atividade no UFC, garantiu que recebeu uma bolsa menor do que grande parte dos nomes renomados que venceu, o que, na sua opinião, não é justo. De quebra, ele ainda aproveitou para indagar se sua nacionalidade iraniana pode ser um dos fatores para o pagamento desigual.

“Eu deveria ser pago. Já venci o Jacaré, já venci o Mark Hunt, já venci o Dan Henderson, já venci o Vitor Belfort e já venci Chris Weidman… Quem mais? Já venci todos esses caras e eles ganham mais dinheiro do que eu! Por qual razão? Minha nacionalidade? Querem que eu pinte meu cabelo de loiro? Que p**** é essa? Sou um dos melhores, então deveria ser pago como um dos melhores. Não há nada de errado comigo, só me paguem. Sou um cara justo, não peço mais do que mereço. Você acha que não posso vencer o Bisping? Que não posso falar como ele?”, relatou reflexivo.

Aos 31 anos e invicto há cinco lutas, Mousasi também não deixou de comentar o final de luta nada convencional pelo qual passou antes de ter sua vitória sobre Chris Weidman confirmada. Isso porque após interromper o duelo no segundo round e indicar que o iraniano havia aplicado duas joelhadas ilegais no ex-campeão do UFC, o árbitro central voltou atrás e garantiu que os golpes estavam na regra. No entanto, o ex-campeão do Strikeforce minimizou a polêmica e ressaltou sua vitória.

“Eu não queria ter vencido dessa forma, mas no fim das contas, é uma vitória. No futebol, eles podem fazer um gol de pênalti e vencer. É uma vitória e eu aceito ela. Como eu disse anteriormente, se ele não quis lutar não é culpa minha”, completou.

ID: {{comments.info.id}}
URL: {{comments.info.url}}

Ocorreu um erro ao carregar os comentários.

Por favor, tente novamente mais tarde.

{{comments.total}} Comentário

{{comments.total}} Comentários

Seja o primeiro a comentar

{{subtitle}}

Essa discussão está encerrada

Não é possivel enviar novos comentários.

{{ user.alternativeText }}
Avaliar:
 

* Ao comentar você concorda com os termos de uso. Os comentários não representam a opinião do portal, a responsabilidade é do autor da mensagem. Leia os termos de uso

Escolha do editor

{{ user.alternativeText }}
Escolha do editor

Facebook Messenger

Receba as principais notícias do dia. É de graça!

Mais Esporte

Topo