MMA

Campeão do TUF América Latina, Barzola pede por duelo contra Renan 'Barão'

Buda Mendes/Zuffa LLC via Getty Images
Renan Barão durante luta contra Phillipe Nover pelo UFC Brasília Imagem: Buda Mendes/Zuffa LLC via Getty Images

Ag. Fight

24/05/2017 13h38

Com duas vitórias seguidas no UFC, Enrique Barzola atravessa seu melhor momento na carreira, o que lhe garante confiança para mirar voos cada vez mais altos no esporte. Aos 28 anos, o atleta peruano já tem, inclusive, um importante passo em mente para acelerar seu crescimento no evento.

De olho no ex-campeão dos galos (61 kg) Renan ‘Barão’, que após uma passagem turbulenta entre os penas (66 kg) pode voltar à sua divisão de origem, Barzola deixa claro que se ele seguir em sua categoria, o embate passa a fazer todo sentido.

“Quero ser campeão da minha categoria. Agora subi no ranking e espero ter lutas com atletas mais fortes para seguir subindo. Gostaria de enfrentar o Renan ‘Barão’. Sei que é um lutador difícil,mas estou seguro que com o trabalho que venho fazendo, venceria essa luta”, afirmou em conversa com a reportagem da Ag. Fight.

Campeão do TUF América Latina 2 (reality show do UFC), Barzola, especialista na arte marcial brasileira chamada de Luta Livre, é apelido de ‘O Forte’. E é este estilo que marca sua trajetória no esporte, nunca desistindo mesmo que as adversidades pareçam maior do que ele possa encarar.

“Fiz um camp muito forte nos EUA antes de entrar no TUF e graças a  este trabalho eu fui selecionado. Depois disso a preparação foi feita no Peru. A partir da minha vitória, sinto que estão me apoiando mais. Os veículos estão me entrevistando mais e os peruanos se motivaram. Alguns estão indo aos EUA ou ao Brasil para treinar. É o reconhecimento do meu trabalho”, garantiu.

Aluno de Ivan ‘Pitbull’, que por sua vez foi formado pelo brasileiro Alexandre ‘Pequeno’, o atleta peruano está longe de ser chamado de veterano. Com menos de cinco anos de dedicação ao esporte, Barzola já acumula cartel positivo de 13 vitórias e apenas três derrotas como profissional.

“Comecei faz quase cinco anos. Tinha uma carreira na publicidade e eu gostava de praticar artes marciais. Treinava desde 2005, mas comecei a me dedicar mesmo em 2012. Fiz lutas no Peru, competi em torneios nacionais. Vi que era a minha paixão e sacrifiquei estudos e trabalho. Agora vivo do esporte”, finalizou.

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