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Língua afiada! Gustafsson revela motivo para torcer contra Jon Jones

Jeff Bottari/Zuffa LLC/Getty Images
Gustafsson não deu chances para Glover Teixeira no UFC Suécia Imagem: Jeff Bottari/Zuffa LLC/Getty Images

Ag. Fight

29/05/2017 07h00

 

Alexander Gustafsson tem motivos de sobra para comemorar. Número um do ranking oficial dos meio-pesados (93 kg), ele nocauteou Glover Teixeira no último domingo (28) e garantiu posição confortável para brigar por uma chance de enfrentar o vencedor de Daniel Cormier e Jon Jones, duelo marcado para o dia 29 de julho e que define o campeão do UFC. E conhecendo os dois atletas de perto, o sueco não esconde sua preferência.

Em conversa com jornalistas logo após a sua vitória, Gustafsson elegeu Cormier, atual campeão da categoria, como seu favorito para o duelo. No entanto, a postura, ao que parece, é motivada mais pelo fato de não gostar de Jon Jones do que na confiança nas habilidades do wrestler de 38 anos.

"Ele é o grande inimigo, não gosto dele. Ele é discutivelmente o melhor de todos os tempos. É o melhor de nossa divisão, nunca perdeu, todos sabem. Ele bate em todos com quem luta. Mas, como pessoa e campeão… Não é campeão ou boa pessoa nos meus olhos. Por isso sempre falo que torço pelo ‘DC’. Ele é um bom campeão", disse, antes de relembrar dos encontros no octógono com  os rivais.

Nas duas vezes em que disputou o cinturão, em 2013 e em 2015, o gigante sueco acabou superado na decisão dos jurados tanto para Jones, em 2013, como para Cormier, dois anos depois. Mas, apesar de azarão diante dos americanos, ele garante confiança para, enfim, alcançar o topo do MMA mundial.

"É tudo sobre rounds perdidos. Estive tão perto de vencer essas lutas, mas perdi um pouco no final. Mudamos o camp, nossa preparação está em outro level hoje em dia. Não vou perder no final de novo, não vai acontecer. Poderia lutar dez rounds hoje. Poderei fazer dez rounds na próxima vez que lutar com DC ou Jones", garantiu.

Afastado das competições após ser flagrado em um exame antidoping em julho de 2016, quando era campeão interino do UFC, Jones acumula diversas polêmicas fora dos octógonos. Um ano antes, quando era dono do título linear, o americano perdeu o título após bater o carro e fugir do local sem prestar socorro à vítima, o que garantiu breve passagem pela prisão.

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