MMA

Bethe Correia diz que provocação não foi de nocaute de Holm 

AFP PHOTO / ROSLAN RAHMAN
Holly Holm acerta chute no rosto de Bethe Correia e nocauteia brasileira Imagem: AFP PHOTO / ROSLAN RAHMAN

Ag. Fight

29/06/2017 07h00

Após passar os meses que antecederam o seu combate no UFC Singapura provocando sua adversária, Bethe Correia não conseguiu cumprir com o prometido e acabou nocauteada de forma avassaladora por Holly Holm. Na luta em questão, pouco antes de receber o chute alto no rosto que colocaria um ponto final no duelo, a brasileira provocou a americana, o que levantou a hipótese de que sua displicência pudesse ter interferido na forma como perdeu a disputa. Contudo, a peso-galo (61 kg) descartou essa possibilidade, e fez questão explicar o que, na sua opinião, foi a causa de seu revés: a sua falha em calcular a distância na trocação.

Em entrevista ao site ‘MMA Fighting’, a paraibana fez uma análise aprofundada sobre o seu desempenho na luta do último dia 17 de junho no país asiático, e, de acordo com sua opinião, a performance demonstrada ficou abaixo do que poderia ter sido apresentado. De quebra, Bethe ainda salientou o fato de que as provocações fazem parte de seu estilo de luta, e ponderou que deveria ter se atentado em manter o combate na curta distância – o que, em virtude de sua menor envergadura, lhe favoreceria.

"Não acho que foi por causa da provocação. Eu fiz isso antes. Acho que não prestei atenção na distância certa para evitar os ataques dela. O chute aconteceu depois que eu parei de provocar, minhas mãos estavam altas. As pessoas pensam que eu perdi por causa disso, mas não foi. Acho que se não tivesse deixado de prestar atenção na distância, talvez ela não tivesse acertado. Parei em uma distância que era insegura para mim e a beneficiava", declarou em entrevista ao site ‘MMA Fighting’.

Além de analisar seu desempenho no combate contra Holm, a peso-galo também questionou a decisão do árbitro em interromper o a luta assim que ela havia recebido o primeiro soco desde que caiu no chão. E se dependesse da vontade de Bethe, o duelo poderia ter durado ainda mais.

"Acho que eu estava tentando voltar, não estava pedindo para parar (a luta). Até acho que o árbitro parou um pouco cedo, mas eu estava tonta. Como lutadora, gostaria de ter tentado, mas estava inconsciente. O árbitro estava tentando me proteger. Preferiria ir até a morte, nunca quero desistir", completou.

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