MMA

Cris Cyborg conta como treinamento com homens moldou seu estilo

AP Photo/Eraldo Peres
Cris Cyborg se envolveu em briga com lutadora americana Imagem: AP Photo/Eraldo Peres

Ag. Fight

06/07/2017 10h00

 

Considerada uma das maiores lutadoras de MMA de todos os tempos, Cris 'Cyborg' é um exemplo para o esporte. Prestes a completar 32 anos, a paranaense acumula 17 vitórias e apenas uma derrota em seu currículo e, perto de disputar o cinturão peso-pena (66 kg) do UFC, a brasileira colhe os frutos do ápice de sua carreira. No entanto, nem sempre foi assim.

Cria da academia paranaense Chute Boxe, Cris é conhecida pela agressividade apresentada em seus combates. Nocauteadora nata, a especialista em muay thai soma 15 nocautes em sua carreira graças ao estilo moldado à base de muito treino ao pior modo possível: sparring com homens.

"Era difícil, ia para casa triste sempre porque lutava com homens. Mas eu sabia que: 'Ok, vou chorar hoje, mas um dia eu farei alguém chorar' . Um dia alguém me disse: 'Treine e um dia você vai mostrar quem você é'. É difícil não ter garotas para treinar porque às vezes os caras vão muito devagar. Eu pedia para irem mais forte. Depois, eles acabavam indo muito forte. Mas foi isso que me fez ser forte”, disse durante conversa promovida pelo UFC na última quarta-feira (5) em Las Vegas (EUA).

O evento foi um encontro em homenagem às lutadoras do UFC e reuniu quatro atletas do mais alto calibre. Além de Cyborg, a campeã peso-palha (52 kg) Joanna Jedrzejczyk, Paige Vanzant e Michelle Waterson conversaram com os fãs e identificaram peculiaridades e momentos difíceis de suas carreiras.

"Eu sabia que era apenas questão de tempo para mostrarmos ao mundo que podemos mostrar que lutamos e tomar conta. Estamos tomando conta do UFC", afirmou Joanna, seguida de aplausos da plateia. "Minha vida mudou muito após o UFC. Treino em tempo integral apenas para ser campeã", finalizou.

Arrancando risos do público ao narrar a surpresa de alguns fãs que após um primeiro contato percebem que ela é bem mais calma do que aparenta ser no octógono, a brasileira também revelou um detalhe emotivo em sua personalidade. Ao estrear no UFC em Curitiba, sua cidade natal, ela quase não segurou as lágrimas antes mesmo de competir.

"Minha primeira luta no UFC  foi na minha cidade. Me emocionei tanto vendo pessoas que estavam também na minha que quase chorei quando entrei no estádio. Pensei: "Não posso chorar, eu vou lutar agora'. E depois disso agora estou muito feliz com a chance de lutar pelo cinturão em apenas três semanas. Tenho que agradecer aos meus fãs por isso", encerrou.

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