Esporte

Sonambulismo, xixi e hipnose! Werdum abre o jogo sobre rotina fora do UFC

Ag. Fight

06/07/2017 19h02

Werdum medirá forças com Overeem no UFC 213 – Diego Ribas

Fabrício Werdum entrará em ação novamente neste sábado (8), no UFC 213, quando medirá forças com Alistair Overeem em Las Vegas (EUA). Será o retorno ao octógono do ex-campeão peso-pesado que não luta desde setembro de 2016, quando venceu Travis Browne por decisão unânime dos juízes no UFC 203. Mas o papo aqui não será MMA.

Em conversa com jornalistas nessa quinta, em Vegas, o gaúcho falou de tudo um pouco e abriu a sua intimidade com relação a assuntos que nada têm a ver com o mundo das lutas. Como sempre, em bate-papo descontraído, Werdum aproveitou o questionamento sobre superstição para lembrar o seu problema de sonambulismo, algo que o persegue há anos e ele ainda não sabe como tratar.

“Eu não tenho superstição, mas tenho como se fosse um TOC. Se eu ver um chinelo virado eu desviro, porque lembro da minha dinda dizendo que com ele virado alguém iria morrer. Sou muito ansioso, sou sonambulo, do tipo que me acordo. Outro dia percebi que tinha trancado a porta de casa, ou seja, sou um sonambulo que cuida de mim”, contou o gaúcho entre risadas.

“Preciso tratar isso desde criança, nunca fiz, mas estou pensando agora em fazer hipnose. Lembro de uma que minha mãe me falou, quando eu era pequeno, que eu passei por eles e mijei na cozinha. Por isso ninguém quer dormir comigo no hotel, nem o Cobrinha e nem o  Babalu, que é louco. Só meu irmão que já está mais acostumado”, continuou.

O atleta de 39 anos também aproveitou a conversa para se derreter em elogios a Karine, sua esposa. Werdum revelou que ela prefere não assistir aos seus combates por ficar muito nervosa. A mulher do peso-pesado só fica sabendo do resultado de suas lutas depois, quando ela liga para se informar.

“Com a Karine não tem jeito, é só chegar no horário da luta que ela sai para fazer alguma coisa, vai ao supermercado e leva as gurias, a Júlia e a Joana, e espera a ligação para saber se eu perdi ou ganhei. Gosto muito disso, ela não me enche o saco e me pede para ir juntos para os lugares, porque acho isso errado. Chega nessas horas é preciso ficar concentrado e com quem tem que ficar. Ela é diferenciada, não é do tipo que quer ser a ‘mulher do lutador'”, contou.

Confiante em emplacar a segunda vitória seguida desde que perdeu o cinturão, Fabrício Werdum já sabe até o que farão se realmente conseguir o resultado positivo: “Vou comemorar minha vitória saindo com a  equipe e indo para um bar”.

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