MMA

Amanda se derrete em elogios após mãe acompanhá-la nos EUA pela 1ª vez

Ag. Fight

07/07/2017 08h00

 

Campeã peso-galo (61 kg) do UFC, Amanda Nunes se prepara para encarar Valentina Shevchenko neste sábado (8) em revanche que marca sua segunda defesa de cinturão no octógono. Mas, desta vez, além da ajuda de todo seu time, a 'Leoa' conta com uma voz de apoio extra: sua mãe.

Pela primeira vez nos EUA, dona Ivete poderá relembrar os curiosos momentos em que acompanhava seu irmão em lutas de vale-tudo, época em que o UFC sequer existia. Entusiasta do esporte, ela enfrentava qualquer preconceito que pudesse existir e chegava até mesmo a ser córner do atleta. Estilo destemido que enche de orgulho a filha.

"A minha mãe sempre foi uma força a mais para mim. Ela sempre vibrou muito e sempre esteve comigo porque ela tem esse espírito desde nova. Minha mãe fez córner do meu tio quando ele lutava vale-tudo. E era na rua, não era algo grandioso como hoje. E ela estava lá, motivando o meu tio e ajudando. Era apenas ela no córner dele. Então, ela tem essa coisa de passar uma energia e uma segurança muito forte. Fico muito feliz dela estar aqui", narrou durante conversa com os jornalistas durante 'Media Day' realizado na última quinta-feira.

Acompanhada de sua mãe, Amanda deve receber mais apoio e conselhos durante a última semana antes do main event do UFC 213, evento marcado para este sábado. Mas uma vez passada a disputa, férias com dona Ivete no estado americano da Flórida, onde vive a campeã peso-galo, fazem parte de seus planos.

"Eu sou essa pessoa hoje por causa da minha mãe. Eu assisti, quando criança, como minha mãe, solteira, fez para criar três meninas. Lógico que foi muito forte por parte da minha mãe. Lembro que eu chegava no quarto dela e ela estava sempre com o dinheiro organizadinho: 'Isso para a escola da Amanda, isso para a escola da Valdirene'. Então, com o pouco que ela tinha, ela soube dosar e criar as três de uma forma excepcional", revelou sem esconder a admiração.

"É a primeira vez da minha mãe na América… ela está chique (risos). Ela está radiante de estar aqui. Estou esperando chegar na Flórida para ela ver onde eu vivo e o quanto cresci – saí do Brasil com 19 anos, muito nova. É muito importante e gratificante proporcionar esses momentos para a minha família", narrou.

Com a energia extra vindas das arquibancadas, Amanda terá a missão de defender o único cinturão que está em poder do Brasil atualmente. No fim do mês de julho, Demian Maia e Cris ‘Cyborg’ poderão ampliar esse número durante o card do UFC 214, na Califórnia.

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