MMA

Após corte, Amanda Nunes fica sem "bolsa" e é vetada de lutas principais

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Imagem: Reprodução

Ag. Fight

09/07/2017 05h42

Amanda Nunes foi retirada do card do UFC 213 horas antes do evento ser realizado neste sábado (8), cenário que não apenas movimentou o noticiário do mundo das lutas como incomodou Dana White, presidente do UFC. Tanto que ele deu sua versão em entrevista após o final do card, dizendo que a lutadora não ganhará a premiação acertada para a realização do evento e não protagonizará lutas principais nas próximas edições.

De acordo com Dana, a intenção da companhia é que a brasileira enfrente Valentina Shevchenko no UFC 215, dia 9 de setembro, em Edmonton, no Canadá. Porém, uma coisa é certa: ela não será a luta principal. "Este é o plano, estamos trabalhando nisso. Faz sentido (luta no UFC 215). Mas esse título não vai ser luta principal de novo", disse.

Com a mudança, o duelo deixou o card, o que garantiu a "promoção' de Yoel Romero e Robert Whitakker para atração principal da noite. Por conta do ocorrido, Amanda não recebeu nenhuma parte de sua bolsa, enquanto que a rival Valentina Shevchenko voltou para casa com US$ 70 mil (cerca de R$ 235 mil) mesmo sem ter competido.

"Não podemos fazer ninguém lutar. Ela disse que não se sentia bem, que não estava bem. Acho que e 90% mental e 10% físico, talvez. Vários lutadores passam por isso e vários que estão doentes… Temos situações de maníacos como Cerrone que me ligou duas semanas atrás com uma infecção no joelho Nunca tivemos algo como o de hoje, com alguém fisicamente liberado para lutar", pontuou.

Parecendo não entender o ocorrido, o chefe da organização disse que sua equipe médica liberou a atleta para competir, mas mesmo assim ela optou por não entrar no octógono. Justamente por isso, Dana revelou que não existe caso parecido na história do UFC que possa ser comparado com o que se passou com a brasileira.

"Então, depois da pesagem, em que ela bateu o peso, ela estava indo para a cerimônia (pesagem aberta ao público) e recebi uma ligação dizendo que Amanda não estava bem. Ela foi para o médico e ele disse que ela estava bem. De manhã, ouvi que ela não estava bem de novo. e que provavelmente não iria lutar. Os médicos liberaram, mas ela disse que não se sentia bem", disse, em ordem cronológica em discurso abatido.

 

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