MMA

Após vitória, Pettis exalta fim da dieta: "Não tive que me matar"

AP Photo/John Locher
Anthony Pettis disfere cotovelada em Jim Miller no UFC 213 Imagem: AP Photo/John Locher

Ag. Fight

10/07/2017 06h00

 

A performance de alto nível em sua apresentação contra Jim Miller, na noite do último sábado (8), marcou o reencontro de Anthony Pettis com seu estilo de luta agressivo e habilidoso. Superior desde o primeiro minuto do duelo, o ex-campeão dos leves (70 kg) do Ultimate e do WEC dominou amplamente seu compatriota com golpes rápidos e deu amostras de que seu condicionamento físico evoluiu se comparado ao seu combate mais recente - quando foi nocauteado por Max Holloway. E, ao comentar sobre o bom rendimento em entrevista coletiva após o UFC 213, o americano de ascendência latina garantiu que retornar à sua divisão de origem e não se desgastar com o corte de peso foi fundamental.

Assim que perdeu o cinturão peso-leve do UFC para Rafael dos Anjos em 2015, Anthony Pettis acumulou mais duas derrotas seguidas na categoria - para Eddie Alvarez e Edson Barboza -, o que o motivou a se aventurar na divisão dos penas (66 kg). Contudo, a experiência não foi das melhores, porque, de acordo seu relato, seu corpo não se adaptou bem ao fato de ter que perder mais quatro quilos antes de subir aos octógonos na nova divisão. Por isso, o americano optou por desistir da empreitada e retornar para sua categoria de origem. Atitude que, sob seu ponto de visto, não poderia ter sido mais acertada.

"No geral, a vitória foi incrível. Pude estar de volta à categoria dos leves e o corte de peso em si foi maravilhoso. Não tive que me matar e pude treinar um camp completo. Me sinto bem. Só queria me divertir, e nos 30 segundos finais quis dar um pouco para os fãs se empolgarem", analisou o peso-leve após travar um dos combates mais animados da noite.

Mas nem só de coisas boas Pettis relembrará o UFC 213. Isso porque, mesmo após dominar amplamente o seu duelo e conquistar uma tranquila vitória por decisão unânime sobre um veterano da organização, ele provavelmente terá que passar por cirurgia. E a causa para isso poderia ser percebida apenas ao olhar seus punhos inchados. De acordo com o americano, sua mão quebrou ainda no segundo round.

"Quebrei minha mão na luta contra o Holloway, mas não de uma forma que precisasse de cirurgia. Nós sabíamos que poderia quebrar novamente, e eu tenho quase certeza que quebrou. Preciso ver o que acontece e esperar", concluiu.

 

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