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Cormier sai em defesa de Amanda Nunes: "Tinha direito de não lutar"

L.E. Baskow/AP
Imagem: L.E. Baskow/AP

Ag. Fight

17/07/2017 08h00

 

De campeão para campeã. O norte-americano Daniel Cormier deixou uma mensagem bem clara aos "haters" que não perdoaram a desistência de última hora da brasileira Amanda Nunes, que alegou estar doente para não enfrentar Valentina Shevchenko naquela que seria a luta principal do UFC 213, evento disputado no início do mês, em Las Vegas (EUA).

Em conversa com o "MMA Junkie Radio", o detentor do cinturão dos meio-pesados (93 kg) do UFC afastou qualquer possibilidade de que a brasileira tenha se negado a lutar por algum tipo de medo. Para Cormier, Amanda fez apenas o que ela poderia fazer se realmente estava adoecida.

"Eu não acredito que ela estava com medo. Acredito que ela estava doente. E se ela estava doente e não poderia competir, então ela tinha todo o direito de não competir", disse Cormier.

Citando vários feitos da "Leoa", Cormier deu argumentos para garantir que a brasileira não esteja realmente “amarelando”. Entre eles, o fato de que Amanda Nunes já foi testada diante de grandes atletas e passou por cima de importantes desafios em sua carreira.

"Essa é uma mulher que já lutou e venceu Valentina Shevchenko. Essa é uma mulher que bateu Ronda Rousey. É a mulher que bateu Miesha Tate. Duas mulheres que não estão mais lutando porque foram vencidas pelas mãos de Amanda Nunes, essencialmente", disse.

Ainda não se sabe quando Amanda Nunes e Valentina Shevchenko irão fazer essa aguardada revanche, mas a brasileira já deu indícios de que o duelo poderá acontecer no dia 9 de setembro, no UFC 215, no Canadá.