MMA

Cris Cyborg ataca rival que negou luta no UFC: "Agiu de má fé"

Brandon Wade/AP Photo
Germaine de Randamie negou lutar com Cyborg Imagem: Brandon Wade/AP Photo

Ag. Fight

18/07/2017 18h37

Depois de muitos desencontros, finalmente Cris Cyborg tem data, local e, principalmente, adversária para disputar o cinturão peso-pena (66 kg) do UFC. No entanto, seu duelo contra Tonya Evinger, no dia 29 de julho, representa mais uma vez seu encontro com uma rival da divisão de baixo que aceitou o desafio de desafiá-la.

Campeão dos galos (61 kg) do Invicta FC, Tonya substituiu Megan Anderson, australiana dona do título dos penas do mesmo evento que, de acordo com a brasileira, agiu de forma irresponsável e não apresentou a documentação correta do prazo previsto para que o combate pudesse ser realizado.

“Acredito que como o UFC demorou muito, a maioria das atletas optaram pelo Bellator. Elas estão lá. Tem algumas no Invicta. Era para ser a Megan, mas por falta de documento não vai poder fazer a luta. Irresponsabilidade dela, saiu um mês antes. O Tonya aceitou salvar o evento. Ela vem de uma categoria de baixo, mas é top 10 dos galos, ela é corajosa. Respeito por ter aceitado em cima da hora e é uma grande oportunidade para ela se mostrar e aparecer para o UFC”, narrou durante conversa com jornalistas brasileiros nesta terça-feira (18) via video conferência.

Antes desse duelo acontecer, uma verdadeira novela envolvendo o nome da atleta tomou conta dos noticiários do esporte. No ano passado, Cris testou positivo para um exame antidoping, o que a retirou da disputa inicial pelo cinturão de sua categoria. Meses depois, inocentada e livre para competir, faltou rival disposta a enfrentá-la.

Enquanto Germaine de Randaime, peso-galo que subiu de peso e se tornou campeã ao bater Holly Holm em fevereiro, se recusou a enfrentá-la e acabou com o cinturão cassado, Megan Anderson, atleta “importada” do Invicta FC terminou por ser retirada do card semanas antes do UFC 214 evento marcado para o dia 29 de julho, na Califórnia.

“Se você é o contender e está pronto… A pessoa que está com o cinturão não pode dizer não. Não interessa. Quem está na cara do gol não pode ser deixada de lado. Acontecei várias vezes nos últimos dois anos. Vários que estão perto do cinturão são segurados. Não acho justo. Como o Dana falou, antes de ela entrar no octógono, ela já sabia. Agiu de má fé. Já foi com a ideia de não lutar comigo se fosse campeã. Ela queria voltar para os 61 kg e ter dois cinturões, agiu de má fé”, finalizou a brasileira.

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