Esporte

Ex-fenômeno em busca de aprovação no UFC, Weidman aposta tudo ao lutar em casa

Ag. Fight

22/07/2017 06h00

Cris Weidman foi nocauteado por Yoel Romero no UFC 205 - Diego Ribas

O início de carreira de Chris Weidman no MMA é algo único. Se grandes regalias e por vezes chamado em cima da hora para competições, o americano não refuga um convite sequer e garantia show ao impor seu domínio físico no octógono aliado ao bom jiu-jitsu e excelente wrestling. Rapidamente, o ainda invicto lutador viu a chance de encarar Anderson Silva no colo e, na maior zebra da história do UFC, nocauteou o até então intocável brasileiro em julho de 2013. Cenário que nada se faz lembrar atualmente.

Depois de vencer Anderson pela primeira vez, Weidman triunfou na revanche quando o ‘Spider’ saiu do octógono com a perna fraturada e ainda enfileirou Lyoto Machida e Vitor Belfort, garantindo assim o status de novo fenômeno da divisão. Mas seguidas lesões e três derrotas por nocaute fizeram do “ex-futuro” gênio do esporte um competidor normal e em xeque. Acuado e precisando mais do que nunca vencer, a ordem é atacar e usar todas as suas fichas, inclusive lutar em casa diante de sua fanática torcida.

O palco para isso é Long Island, seu terra natal em Nova York (EUA), onde o UFC monta seu show neste sábado (22) para sua terceira incursão na cidade. Seu rival será Kelvin Gastelum, campeão do TUF que está embalado por duas vitórias como peso-médio (84 kg) e que chegou a ser um dos tops da divisão debaixo. Ao seu favor, conta o apelo que o filho de mexicanos pode exercer no mercado latino, o que joga ainda mais pressão nos ombros de Weidman.

Uma derrota diante de sua torcida, além de condenar sua imagem à figura de ídolo momentâneo e o colocar em risco de demissão, também promove a ascensão de um novo nome que, pouco a pouco, garante seu lugar ao Sol na turbulenta divisão. Ou seja, não existe cenário além da vitória para o americano que chegou a ser considerado o novo dono da divisão: o herdeiro de Anderson Silva.

E, neste caso, contrário da máxima de esportes de azar que dizem que quanto maior o risco maior a recompensa, um triunfo não lhe garante nenhuma grande escalada rumo ao topo que já foi seu. Nada seria mais frustrante do que um final de caminhada (mesmo que momentâneo) como este, com seguidas derrotas…

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