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Barão diz que briga em redes sociais foi "pressão para conseguir luta"

AP Photo/Andre Penner
Imagem: AP Photo/Andre Penner

Ag. Fight

27/07/2017 18h00

Escalados para se enfrentarem no UFC 214, evento que será realizado no próximo sábado (29) em Anaheim (EUA), Renan Barão e Aljamain Sterling trocaram algumas provocações via redes sociais no último mês de junho. No entanto, ao contrário do que muitos podem pensar, não existe nenhum animosidade entre os atletas e as farpas trocadas na internet foram apenas para conseguir driblar o veto da Comissão Atlética da Califórnia ao brasileiro, na divisão dos galos (61 kg). Pelo menos, foi isso que garantiu o ex-campeão.

Durante um media day realizado nessa quinta-feira (27) em Anaheim, Barão conversou com exclusividade com a reportagem da Ag. Fight e deixou claro que não tem nada contra o seu adversário. De acordo com o brasileiro, a troca de insultos nas redes sociais não bastou de uma manobra para colocar pressão em cima da comissão que queria vetar o combate.

“Aquilo foi apenas para a luta acontecer. Infelizmente estavam rolando uns problemas com a comissão atlética, que não queria deixar eu lutar no peso, e a luta ia acabar não acontecendo. Então, fizemos aquilo para que a luta fosse marcada. Depois que assinamos o contrato ficou tudo certo, não tenho problema algum com ele. Sou um atleta passional, luto com qualquer um”, contou.

Após as provocações feitas pelos rivais, a comissão acabou cedendo e o duelo será realizado no peso-casado (63,5 kg). Depois de subir para os pesos-penas e disputar duas lutas, com uma vitória e uma derrota, Barão decidiu voltar para os galos e garantiu que a mudança é definitiva.

“Com certeza, isso já está feito, minhas próximas lutas serão no peso-galo. Estou me sentindo muito bem, a situação está diferente das outras vezes. Estou com o acompanhamento de um médico e de um nutricionista. Está tudo certo, o peso não será problema”, declarou.

Ex-campeão peso-galo do UFC, Barão vive a pior fase da carreira com três derrotas em suas últimas cinco apresentações. Aos 30 anos de idade, o brasileiro coleciona no currículo um cartel com 34 triunfos, quatro reveses e uma luta sem resultado.

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