MMA

Renato 'Moicano' aponta defesa sólida como base para invencibilidade no MMA

Jamie Squire/Getty Images
Renato ?Moicano? (dir.) enfrentará Brian Ortega no UFC 214 Imagem: Jamie Squire/Getty Images

Ag. Fight

28/07/2017 17h30

Ex-campeão do Jungle Fight e atual peso-pena (66 kg) do UFC 214, Renato ‘Moicano’ é uma das grandes promessas para o futuro do MMA nacional. Com habilidade tanto em pé quanto no chão, o brasileiro de 28 anos impressiona mesmo é pelo seu ‘QI de luta’. O termo, famoso jargão no mundo da luta, se fere nada mais à habilidade de traçar e manter uma boa estratégia no octógono. Característica esta que, diga-se de passagem, não acompanha o atleta desde o início de sua carreira.

Mais jovem, quando ainda competia no MMA nacional, Moicano era adepto do estilo brigador. Agressivo e sempre caminhando para frente, Renato travou verdadeiras guerras nos ringues e cages, cenário que não teve ter lugar mais em seu futuro como atleta.

“Antes, quando comecei, tinha vontade e não tinha técnica. Eu ia para a porrada nos três rounds e isso me limitava um pouco. Cansava um pouco também, não aproveitava muito bem. Hoje, com o treinamento de boxe, a gente estuda muito parte técnica da luta”, narrou em conversa com a reportagem da Ag. Fight durante o media day realizado na última quinta-feira (27) em Anaheim (EUA).

Invicto após 12 apresentações como profissional de MMA, Moicano terá pela frente Brian Ortega, de cartel praticamente igual e que também não sabe o que é o gosto de derrota. Como um dos invictos terá que cair, o brasileiro parece já ter em mente o segredo para a manutenção de seu cartel intocável.

“Geralmente a invencibilidade está na defesa. Uma defesa sólida, também na mente, de não ficar acuado ou cansado. Sua durabilidade é maior assim. A estratégia e inteligência é o que busco no combate”, garantiu.

Ao mesmo tempo em que se concentra para o desafio, talvez o mais importante de sua carreira, Renato inicia o exercício que todo lutador que mira o topo do MMA precisa fazer: atender público e mídia. E, apesar da novidade (ao menos no que se refere ao volume de requisições), o atleta parece lidar muito bem.

“Estou me acostumando ainda. Na luta passada, lutei no card principal, era um evento bem menor. Não teve ‘media day’ e tantos compromissos. Mas estou gostando, me sinto valorizado e privilegiado. Não atrapalha. Para mim, que sempre perco o peso bem e recupero bem, é até melhor do que não ter o que fazer e ficar no quarto sem fazer nada ”, finalizou.

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