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Whittaker recusa treinar TUF e não liga para luta entre Bisping e GSP

Josh Hedges/Zuffa LLC/Zuffa LLC via Getty Images
Robert Whittaker disfere joelhada em Yoel Romero na luta principal do UFC 213 Imagem: Josh Hedges/Zuffa LLC/Zuffa LLC via Getty Images

Ag. Fight

08/08/2017 08h00

 

Robert Whittaker atingiu o ponto mais alto de sua carreira em julho deste ano, ao vencer Yoel Romero e conquistar o cinturão interino da divisão dos médios (84 kg). A promessa do Ultimate era conceder ao vencedor deste confronto a chance de encarar Michael Bisping, atual campeão linear, mas tudo parece ter mudado.

Recentemente, Dana White voltou a garantir que Bisping terá sua vontade realizada e irá medir forças com o canadense Georges St-Pierre em 4 de novembro, em Nova York (EUA). Tal decisão poderia ter deixado Whittaker bastante irritado, mas não foi exatamente isso que aconteceu. Em conversa com a ‘ESPN’, o australiano se mostrou bastante resignado com a possibilidade de o Ultimate casar o duelo entre o inglês e o ex-campeão dos meio-médios (77 kg).

"A lesão não importa, para ser sincero. O Michael está insistindo com isso há quanto tempo? O UFC faz o que ele quiser. É assim que é. Georges não está nem nessa divisão. Não é alguém que está no top 10 furando fila. Não me incomoda. As pessoas vão fazer o que elas quiserem. Eu não posso ficar bravo se não for de acordo com meus planos, porque vamos encarar isso, o UFC é uma montanha-russa", afirmou o australiano.

Whittaker ainda revelou que o Ultimate chegou a oferecer para ele que treinasse a 26ª temporada do The Ultimate Fighter, que começará a ser transmitida no fim deste mês, juntamente com Michael Bisping. No entanto, por morar na Austrália e pela dificuldade de planejamento, e optou por negar a oferta.

"Eles me abordaram logo depois da minha luta, mas eu não tinha visto minhas crianças e minha família há semanas. Não é que eu moro duas horas dali. Eu moro perto de 24 horas de distância. Para mim, realisticamente, preciso fazer com que valha a pena", explicou Whittaker.

"Eu teria que fazer toda a minha recuperação nos EUA. Teria que trazer toda minha família para os EUA, tirar minhas crianças da escola. A oferta não era suficiente. Eu respondi com ofertas, não apenas financeiras, mas muitas outras condições e nós não chegamos a um acordo".

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