MMA

"Barra pesada", Alex Cowboy promete nocautear Yancy Medeiros no UFC 218

William Lucas/Inovafoto
Imagem: William Lucas/Inovafoto

Marcel Alcântara, em São Paulo (SP)

Ag. Fight

14/11/2017 11h41

 

O UFC 218 terá em sua luta principal da noite a revanche entre Max Holloway e José Aldo pelo cinturão dos penas (66 kg). Mas o manauara não será o único representante brasileiro no card que acontecerá no dia 2 de dezembro, em Detroit (EUA). Alex 'Cowboy' subirá no octógono para encarar Yancy Medeiros na tentativa de avançar algumas casas no ranking dos meio-médios (77 kg).

Atualmente ocupando a 15ª colocação na lista dos melhores de sua categoria, Cowboy encara este confronto como uma grande possibilidade para dar sequência ao bom momento que vive. Apesar de ter pedido ao Ultimate um confronto diante de um atleta ranqueado, o brasileiro pensa apenas em nocautear o americano e seguir sua trajetória de sucesso.

"Sei que ele vai querer trocar porrada comigo e vou explorar isso. Vou mostrar para ele que ele se meteu com um cara muito, muito, muito barra pesada. Ele está enrolado comigo. Eu vou nocautear", prometeu Cowboy, em conversa exclusiva com a Ag. Fight.

"Tinha pedido um cara ranqueado, mas eles me deram o Medeiros. Não escolho adversário não. O que eles colocarem na minha rede eu vou sair na mão. Sei que depois dessa luta vou subir um pouco mais, para 12º ou 13º (no ranking)", completou.

De origem bastante humilde, Alex Cowboy não cansa de relembrar as dificuldades que passou até chegar ao maior torneio de MMA do mundo. No Ultimate desde 2015, o atleta de Três Rios (RJ) já parte para a sua 11ª luta e não tem do que reclamar. Em seu último duelo, o brasileiro nocauteou Ryan LaFlare e ainda levou o bônus de performance da noite no valor de 50 mil dólares.

"UFC paga bem e eu mudei a minha vida. Mudei da água para o vinho. Antigamente eu trabalhava de peão e agora eu só treino e luto. Quando vem um bônus a mais então é sempre bem-vindo e a minha molecada gosta. Na última luta que ganhei eu comprei mais alguns bois e uma caminhonete para mim. Quando entrei no UFC não tinha nada. Agora tenho 28 cabeças de boi, três cavalos, um sítio no valor de R$ 700 mil, dois carros... Estou vivendo a minha vida, curtindo bastante e trabalhando", resumiu.

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