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'Cyborg' solta o verbo e acusa Megan Anderson de ser imigrante ilegal

Heuler Andrey/UOL
Cris Cyborg no UFC em Curitiba Imagem: Heuler Andrey/UOL

Ag. Fight

23/01/2018 13h12

Depois de passar algumas semanas evitando enfrentar Amanda Nunes, Cris 'Cyborg' aceitou o confronto e já revelou uma possível data para a superluta entre as categorias. Entretanto, a atual campeã das penas (66 kg) parece não ter perdido o interesse de defender o seu cinturão contra Megan Anderson e usou o seu Twitter para voltar a desafiar a dona do título do Invicta FC.

O perfil da brasileira na rede social não perdeu a oportunidade de provocar Anderson. Entretanto, a australiana não acreditou que as publicações foram iniciativa de Cyborg e dirigiu as suas respostas para o namorado da campeã, Ray Elbe, que também utiliza a conta.

"Se eu não lutar com Amanda Nunes em julho, você está pronta para essa data, Megan?", começou o perfil de Cyborg.

"Ray Elbe, isso é o Twitter. O UFC tem um escritório. Sugiro que você vá fazer negócios lá e converse com eles, como o meu empresário faz", respondeu a australiana.

Depois disso, a brasileira levou as provocações para um outro nível, ao sugerir que Anderson só havia se casado para conseguir o 'green card' americano, já que estava com problemas na imigração. Isso porque quando um imigrante se casa com um cidadão dos Estados Unidos, recebe passe livre para entrar e sair do país.

"Você quer falar de negócios, Megan Anderson? Não vim para os Estados Unidos com o visto de turista para trabalhar ilegalmente. E depois tive problemas e precisei casar para continuar no país", provocou a brasileira marcando o perfil do Serviço de Imigrantes americano na rede social.

"Você não tem ideia do que está falando. Ao invés de levar meu nome para a lama com os meus problemas pessoais, que você não tem ideia do que se tratam, mas acha que tem, vai falar com o UFC. Essa não é a postura de uma campeã. Vergonhoso, Ray", encerrou Anderson.

Apesar da confusão, Cyborg ainda fez mais uma postagem relembrando a sua trajetória até se tornar uma cidadã americana. A brasileira escreveu que foi para os Estados Unidos em 2008, sem falar inglês. Depois disso conseguiu o seu 'green card' em 2010 e se tornou uma cidadã em 2016, depois de ter aprendido inglês e de ter seguido as regras da imigração.

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