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Iuri 'Marajó' revela ansiedade antes de voltar a lutar em Belém: "Fazia flexão em casa"

Marcel Alcântara, em Belém (PA)

Ag. Fight

05/02/2018 13h28

Após quase oito anos, Iuri Alcântara voltou a subir em um cage de MMA em Belém, cidade onde tanto se apresentou antes de ser contratado pelo Ultimate. E o retorno do brasileiro à capital paraense não poderia ter sido melhor. Com uma bela atuação, 'Marajó' nocauteou o americano Joe Soto ainda no primeiro round e voltou a vencer depois de duas derrotas consecutivas. Quem assistiu ao combate e viu a grande performance do peso-galo (61 kg) nem imagina que a ansiedade para voltar a se lutar na frente dos fãs tomou conta do atleta nas semanas anteriores ao combate.

Durante uma conversa com jornalistas após a luta, Marajó contou que a notícia de que participaria em um card do UFC em Belém foi o ponto-chave para que ele iniciasse um trabalho duro em seu camp. De acordo com o brasileiro, a ansiedade para participar do evento foi tanta que até "treinos" em casa ele passou a fazer.

"Quando eu soube que estava no card do UFC aqui , a minha energia voltou. Parecia que eu tinha 20 anos novamente. Treinei quatro vezes por dia, de domingo a domingo. Nos dias que eu não treinava, fazia flexão em casa e sombra no banheiro. Estava louco para dar um show para esse povo", revelou.

Marajó não atravessava um bom momento antes de subir no octógono no último sábado (3). Após perder as duas últimas lutas, o brasileiro foi retirado do ranking dos pesos-galos. E, talvez por isso, o atleta exaltou a chance de poder dar a volta por cima diante de um atleta com o nome de Joe Soto.

"Eu me preparei para terminar a luta no primeiro round, estava bastante treinado. Sabia que ia encontrar um adversário muito duro, um ex-campeão de outra organização, um cara que já disputou cinturão do UFC. E a oportunidade era de dar a volta por cima contra um cara muito duro. Falei para todo mundo que a luta não ia passar do primeiro round", afirmou.

Lutador profissional desde setembro de 2003, Marajó tem experiência de sobra nos seus quase 15 anos de carreira. Aos 37 anos de idade, o brasileiro coleciona no currículo um cartel com 35 vitórias, nove derrotas e uma luta sem resultado.

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