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Hector Lombard explica golpe ilegal e abre portas para revanche com CB Dollaway

Diego Ribas, em Las Vegas (EUA)

Ag. Fight

05/03/2018 06h00

Realizado no último sábado (3) no UFC 222, o duelo entre Hector Lombard e CB Dollaway não trouxe toda a emoção esperada e acabou por terminar de forma precoce. Isso porque, no final dos cinco minutos do primeiro assalto, um golpe ilegal garantiu a derrota por desclassificação do cubano. Situação que, na visão do judoca, não poderia ser evitada no momento de ação no combate.

Assim que o sinal do fim do primeiro round decretou o término da etapa, os atletas ainda estavam em posição de ataque, o que fez com que Lombard desferisse dois golpes a mais. O segundo deles levou o americano a knockdown e ele não teve condições de retornar à disputa. De acordo com o cubano, a reação imediata não podia ser interrompida - tanto que, nem o árbitro separou os atletas.

"Foi uma ação, ele soltou um chute e eu devolvi. Estamos em uma luta. Durante a ação, ele soltou um chute e eu respondi com um, dois. O árbitro não interrompeu e nem fez nada", explicou, antes de apontar que, em sua opinião, Dollaway poderia ter voltado ao combate mas optou por deixar o cage.

"Eu não acho que ele queria continuar. Nós somos lutadores, eu já me encontrei naquela situação antes. Você se levanta e, se você quer continuar a luta, você continua", afirmou.

Com o resultado, Lombard sofreu a quinta derrota consecutiva e agora encontra-se em posição delicada na companhia. Talvez por isso, o cubano garantiu que quer voltar a lutar o quanto antes e abriu as portas para uma revanche contra Dollaway.

"Sim, eu adoraria uma revanche. Eu sei que ele não me vencerá. Mas, cabe ao UFC e a ele, o que querem fazer. Eu quero conseguir uma luta rapidamente", declarou.

Antes de ser contratado pelo UFC em 2012, Lombard conquistou o cinturão peso-médio (84 kg) do Bellator. No ano 2000, o cubano competiu judô nas Olimpíadas realizadas em Sydney (Austrália).

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