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Raquel Pennington critica possível superluta entre 'Cyborg' e Amanda Nunes; entenda

Ag. Fight

Ag. Fight

13/03/2018 14h10

Recuperada de um grave acidente, Raquel Pennington se prepara para enfrentar Amanda Nunes pelo cinturão da categoria peso-galo (61 kg) na luta principal do UFC 224 - evento marcado para o próximo dia 12 de maio, na cidade do Rio de Janeiro. No entanto, a americana viu a sua oportunidade de ser a próxima desafiante balançar mais uma vez com os rumores de uma possível superluta entre a 'Leoa' e Cris 'Cyborg'.

Ao vencer Yana Kunitskaya no main event do UFC 222 - show realizado no último dia 3 de março -, Cyborg manteve as portas para enfrentar Amanda abertas. Ao ver que poderia ver sua chance ser adiada pela segunda vez, Raquel entrou em ação com seus contatos dentro do Ultimate para garantir que o duelo não seria desmarcado - no ano passado, a americana sofreu um grave acidente e precisou abrir mão de disputar o cinturão.

"Não fiquei nervosa, porque acredito que tudo acontece da maneira que deve acontecer. Passei por muita coisa ao longo da minha carreira. Meu objetivo é o cinturão, mas se eu tiver que fazer mais lutas até chegar nele, ninguém vai me segurar. Seria frustrante. Fiquei frustrada e comecei a fazer ligações, porque eu não acho justo. Não é justo. Eu mereço ser a próxima desafiante e essa luta tem que ser minha. O fato de ter essa superluta me deixa p***. Porque a Cyborg nem é dessa divisão. Não faz sentido ela lutar com a campeã da nossa divisão. É uma ideia maluca essa superluta", atacou a americana durante entrevista ao programa 'MMA Hour'.

"Fiz alguns telefonemas quando soube disso. Liguei para algumas pessoas no UFC para entender o que estava acontecendo. Queria entender a situação. Sei que não sou a única lutadora que questiona as decisões ou que perdeu uma oportunidade dessa forma. São negócios, mas negócios não são divertidos. Muitas vezes o resultado não é justo para gente".

Para enfrentar Cyborg, a Leoa subiria de categoria em busca do cinturão dos penas (66 kg), em movimento que incomodaria Raquel. Afinal, a americana deixou claro repetidas vezes que este duelo, uma vez casado, deixaria sua divisão paralisada e prejudicaria as demais lutadoras.

"O que me incomoda é que Cyborg é de uma divisão completamente diferente. Ela é do peso-pena, não é da nossa divisão. Muitas garotas estão sentadas, esperando pela oportunidade. No meu caso, estou voltando de lesão, pronta para lutar. Mereço estar nessa posição. Ralei muito para chegar no topo, não foi uma trajetória fácil. Então, do nada, vem essa questão de superluta em uma divisão completamente diferente. Não entendo porque inventam essas superlutas ou cinturões interinos. Muitas vezes me parece mais entretenimento do que esporte", criticou.

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