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Warlley Alves pede que brasileiros não sejam hostis com Colby Covington

Heuler Andrey/UOL
Imagem: Heuler Andrey/UOL

Ag. Fight

24/04/2018 09h00

Na sua passagem pelo Brasil em outubro passado, Colby Covington conquistou a inimizade dos fãs locais ao se referir aos brasileiros como "animais imundos". Depois do UFC São Paulo, quando venceu Demian Maia por decisão dos jurados, o americano recebeu críticas pelas suas atitudes, inclusive de Warlley Alves - que até o momento foi o único capaz de vencer o 'Caos' profissionalmente. No entanto, o ex-participante do 'The Ultimate Fighter Brasil' surpreendeu ao garantir que não gostaria que a torcida do Rio de Janeiro fosse hostil com o peso meio-médio (77 kg) no caso de um reencontro.

A luta marcada para o UFC 225 - evento que será realizado no dia 9 de junho, em Chicago - entre Covington e Rafael dos Anjos quase foi agendada para a edição 224 do Ultimate - show que acontecerá no dia 12 de maio, no Rio de Janeiro. Caso a disputa do cinturão interino dos meio-médios acontecesse em solo brasileiro, Alves afirmou que pediria que a torcida não hostilizasse o americano. Em entrevista ao site 'MMA Fighting', o atleta opinou que 'RDA' vingará todo o povo no octógono e, por isso, o público não precisaria "jogar coisas" no Caos.

"Se ele lutasse aqui, eu pediria aos fãs para respeitá-lo, mas... é difícil falar. Ele desrespeita todo mundo, fala um monte de m***, ofende nosso país. Ninguém pode fazer isso. Amo o país dele, amo os Estados Unidos. Tenho um respeito enorme pelo país dele. E Covington vem para o nosso país e nos trata como lixo. A única coisa que pediria para os brasileiros, se ele lutasse aqui, seria para não jogarem nada nele, não serem hostis, porque Rafael dos Anjos fará isso. Tenho certeza que ele vai levar uma surra do Rafael dos Anjos", projetou o brasileiro.

Ao longo dos quase seis anos como profissional, o atual número três do ranking oficial dos meio-médios só foi superado por Alves na carreira. Após o UFC São Paulo, o ex-TUF se colocou a disposição para enfrentar Covington em uma revanche e 'vingar os brasileiros'. E, para o atleta, esse reencontro resultaria em um 'pagamento fácil'.

"Não importa o que aconteça, quero lutar com ele de novo. Vamos lutar de novo. Ele pode correr, pode se esconder no top cinco do ranking, mas vou chegar lá e vou lutar com ele. Não importa onde ele esteja. Estou indo atrás dele e ele sabe disso. Ele está apavorado, sei que ele está apavorado. Ele é um v***. Está assustado. Ele fala muito na mídia, mas vamos ver se ele se sustenta no octógono. Acabei com ele uma vez e vou acabar de novo quando o UFC quiser. É um dinheiro fácil para mim", planejou.

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