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Comissão Atlética desmente lutadora e explica seu corte de evento do UFC

Ag. Fight

05/06/2018 14h24

O imbróglio entre a lutadora Jessica Aguilar e a Comissão Atlética de Nova York segue dando o que falar. De acordo com um comunicado enviado pela entidade ao site 'MMA Fighting', a americana teve sua última luta cancelada em cima da hora por apresentar uma condição médica potencialmente contagiosa.

Nessa sexta-feira (1º), Aguilar foi impedida de entrar no octógono para enfrentar sua compatriota Jodie Esquibel horas antes do início do UFC Fight Night 131. Na ocasião, a lutadora relatou em sua conta no Instagram que havia sido impedida de lutar devido ao fato de seus lábios estarem rachados após o processo de desidratação. No entanto, a versão oficial da Comissão desmente a atleta.

"Os médicos identificaram uma condição clínica potencialmente contagiosa. Para a segurança da lutadora e sua adversária, a luta foi cancelada. A equipe médica do UFC também foi consultada e concordou com a decisão", declarou a NYSAC, por meio do porta-voz do Departamento de Estado do Estado de Nova York, Lee Park.

Ainda de acordo com o comunicado, a anulação da liberação ocorreu por uma piora no estado de Aguilar. O empresário da lutadora, Abe Kawa, se pronunciou sobre o caso. Ao site 'The MMA Hour', o manager afirmou que Jessica foi inocentada por dois testes e fez críticas à NYSAC.

"Eu acho que Nova York, eventualmente, vai acertar. Só acho que há certas pessoas que estão lá agora que não entendem o que estão fazendo. Nem mesmo no esporte, mas o que eles estão fazendo em geral. É vergonhoso, Jessica não merecia isso. Ela merecia poder ir lá e lutar", declarou.

O cancelamento foi o segundo envolvendo Jessica em 2018: em fevereiro, a ex-campeã dos palhas (52 kg) no 'World Series of Fighting' enfrentaria 'Livinha' Renata Souza, mas o evento foi suspenso devido a uma lesão na mão da brasileira. Segundo o empresário, o UFC irá oferecer apoio financeiro a Aguilar.

"É a pior forma de dizer a um lutador que ele não pode lutar. Se você pensa que um lutador tem algo e você o envia para um médico que é apenas um médico aleatório na cidade em que você está, você está basicamente dizendo que a palavra do médico não vale mais. Eu não sei o que nós poderíamos ter feito para tornar isso melhor", completou.

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