Esporte

Príncipe jordaniano diz ser "a pessoa indicada" para mudar a Fifa

07/01/2016 16h51

Londres, 7 jan (EFE).- O príncipe jordaniano Ali Bin al Hussein, um dos cinco candidatos admitidos para as eleições à presidência da Fifa, reiterou que é "a pessoa indicada" para conseguir "uma mudança de verdade" na principal entidade do futebol mundial.

"Posso garantir que sou a pessoa indicada para este trabalho", declarou nesta quinta-feira Hussein, de 40 anos, à rede britânica "BBC".

O presidente da Federação Jordaniana de futebol é um dos cinco candidatos para as eleições de 26 de fevereiro, junto com o francês Jerôme Champagne, o suíço Gianni Infantino, o xeque de Bahrein Salman Bin Ibrahim al-Khalifa e o sul-africano Tokyo Sexwale.

"Estive no Comitê Executivo da Fifa após ter sido eleito pelo meu continente para conseguir uma grande mudança dentro da organização. Após quatro anos me dei conta de que a única forma de conseguí-lo é concorrer a presidente. Estou aqui para ajudar o futebol e levá-lo ao século XXI", disse o príncipe.

"Sou suficientemente forte para suportar tudo isto. Em meu país, trabalhei no meio de uma crise de direção, e algo assim é exatamente o que precisamos na Fifa", declarou.

Questionado sobre se é correto realizar um processo eleitoral no durante as investigações sobre corrupção na Fifa, Hussein disse que "o mais importante é realizá-lo o mais rápido possível", pois "já se perdeu muito tempo".

"Temos que começar a falar de futebol, mas a única forma de fazê-lo é mudando a liderança. Precisamos de um líder que seja capaz de arcar com a responsabilidade do que acontece na organização. E isso é o que quero fazer", frisou.

"Garanto que sou uma pessoa idônea. Sempre cumpri minha palavra e fiz o que prometi. Espero que, quando ganhar as eleições, seja julgado pelas minhas ações. O presidente da Fifa tem que tomar responsabilidade por ele próprio e por toda a organização", acrescentou.

O Comitê Eleitoral da Fifa admitiu no dia 12 de novembro as candidaturas do príncipe - rival de Blatter no pleito realizado em maio do ano passado -, além das de Salman Bin Ibrahim al Khalifa, Jérôme Champagne, Gianni Infantino e Tokyo Sexwale.

A renúncia de Blatter poucos dias após ser reeleito para um quinto mandato após as prisões de dirigentes da organização acusados de corrupção levou a Fifa a convocar novas eleições à presidência em fevereiro.

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