Esporte

Promotor boliviano descarta abrir processo por morte de espectador

09/01/2016 22h13

La Paz, 9 jan (EFE).- O promotor da região boliviana de Potosí, Fidel Castro, afirmou neste sábado que a morte de um espectador do Rali Dacar ao ser atropelado pelo carro do francês Lionel Baud, não merece a abertura de um processo por ter se tratado de um acidente.

Castro lamentou a morte e acrescentou que todos os cidadãos da rota do Dacar tinham "a obrigação de ser cuidadosos".

O boliviano morreu após ser atropelado no quilômetro 82 da etapa, na chamada de Ventilla, percorrida hoje entre a cidade boliviana de Uyuni e a argentina de Salta.

Castro disse que a empresa seguradora da competição entregará à família do falecido o "pagamento da indenização, que corresponda de acordo ao fato ocorrido".

Segundo as primeiras informações do governo boliviano, o espectador teria saído do setor destinado aos torcedores e teria tentado atravessar o traçado durante a prova.

Este é o segundo acidente desta oitava edição sul-americana do Dacar, após o ocorrido em Arrecifes com os chineses Guo Meiling e Min Liao, que deixou um saldo de dez espectadores feridos. EFE

ja/ma

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