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Kaká diz que ainda pode ajudar seleção: "Acho que posso fornecer muito"

REUTERS/Paulo Whitaker
Kaká foi convocado para os 4 jogos do Brasil nas Eliminatórias para a Copa-2018 Imagem: REUTERS/Paulo Whitaker

29/02/2016 12h15

Londres, 29 fev (EFE).- O meia Kaká se mostrou convencido de que, aos 33 anos, ainda pode ser importante para a seleção brasileira, pela qual já atuou 91 vezes e disputou três Copas do Mundo, em 2002, 2006 e 2010.

Em entrevista à emissora britânica "Sky Sports", Kaká, que já marcou 29 gols com a amarelinha, reiterou que nunca disse adeus à seleção, mas que precisa de uma conversa franca com Dunga por sua continuação na equipe pentacampeã mundial.

"Quando jogo pelo Brasil, é fantástico, mas agora estou em um momento diferente da minha carreira. Falei com Dunga, e lhe disse que se ele acreditar que posso ajudar o time, eu gostaria de ser chamado. Nós dois devemos ser sinceros", declarou o melhor jogador do mundo em 2007.

"Se for bom para mim, então perfeito, mas se não for eu direi sem problema algum. Aí seria o momento de deixar a seleção. Por enquanto, acho que posso fornecer muito", acrescentou.

Kaká foi convocado para os quatro jogos do Brasil nas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018, mas entrou em campo em apenas um deles, na vitória sobre a Venezuela por 3 a 1, em 13 de outubro. O meia participou dos últimos 15 minutos do duelo na Arena Castelão, em Fortaleza.

Ao falar de "um momento diferente na carreira", o atleta se refere ao Orlando City, equipe da MLS (liga americana) defendida por ele desde o ano passado. "Joguei em três equipes, três grandes equipes como São Paulo, Real Madrid e Milan. O Orlando é ainda um bebê", comparou.

A equipe de Orlando estreou na MLS na última temporada, mas não se classificou para os playoffs. Kaká espera que desta vez seja diferente.

"Uma boa campanha para nós seria chegar aos playoffs, esse é nosso objetivo. Também queremos crescer como franquia. No entanto, o que quero é ganhar a Copa MLS. É um grande objetivo para mim", destacou.

"Nossos torcedores são muito apaixonados. No ano passado, tivemos um público médio de 32 mil pessoas. Foi uma bonita surpresa saber que estavam conosco em cada partida", completou.

O campeão mundial em 2002 pela seleção revelou ter conversado com o inglês David Beckham, ex-atleta do Los Angeles Galaxy, antes de atuar na MLS. Os dois jogaram juntos no Milan em 2009.

"Foi uma grande decisão. Falei com alguns jogadores importantes que tinham jogado lá, mas minha pergunta para Beckham foi: 'Qual é a maior diferença que você encontrou quando chegou à MLS?'", revelou.

"Me disse que o nível do futebol era o mais complicado. Quando você se acostuma a disputar a Liga dos Campeões, o nível é impressionante. Ele me falou que isso era o mais difícil quando se chega à MLS", acrescentou.

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