Esporte

Artista faz campos de pebolim na forma de estádios de futebol da Argentina

07/03/2016 13h41

Sebastián Meresman.

Buenos Aires, 7 mar (EFE).- La Bombonera, Monumental de Núñez, Cilindro de Avellaneda, Nuevo Gasómetro, esses e outros estádios da Argentina foram transformados pelo artista plástico Martín Sétula em campos de totó ou pebolim, dependendo da região do Brasil.

Rapidamente, os palcos em tamanho reduzido se tornaram populares, e o interesese cresceu ainda mais quando o atacante Carlos Tévez, do Boca Juniors ganhou um deles de aniversário, no último dia 5, conforme explicou o projetista à Agência Efe.

"Um amigo em comum comprou de mim um 'metegol' para dar de presente a Carlitos. Ele abriu a porta para nós, quase sem dizer nada, desembrulhou o presente, e logo começamos a jogar", contou Sétula sobre a 'Bombonera' particular do ex-corintiano.

O artista plástico contou que o primeiro estádio que construiu, cinco anos atrás, foi justamente uma réplica da casa do Boca Juniors, mas logo veio a variedade de construções, para atender os pedidos que foram se acumulando.

"Os clientes se surpreendente pelo tamanho, pois eles enxergam o campo do time de coração. Aí, quando se deparam com a forma reduzida do estádio que são apaixonados, ficam muito impressionados", explicou Sétula.

Os estádios de totó ou pebolim são construídos em detalhes, a não ser as publicidades que constam em placas e paredes da versão original. Cada um leva cerca de 25 dias para ser construído e custa 27 mil pesos (R$ 6,32 mil), em média.

Uma curiosidade é que nos campos construídos por Sétula, só jogam os "donos da casa", já que um dos times utiliza o uniforme titular e o outro, o reserva", a não ser que haja encomenda explícita.

"Ninguém compraria um estádio do River Plate se viesse um Boca Juniors ou vice-versa. Nas casa, costumam todos torcer pelo mesmo time, então a ideia é que os dois jogadores comandem o time de coração", disse o artista.

Sétula ainda garantiu que pretende começar "em pouco tempo" a confeccionar estádios de outros países, como Chile, Uruguai e Equador, e que sonha em fazer o mesmo com palcos da Inglaterra, Itália e Alemanha. EFE.

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