Esporte

Com lesão nas costas, Federer anuncia que não disputará Masters 1000 de Madri

02/05/2016 11h39

Madri, 2 mai (EFE).- O suíço Roger Federer anunciou nesta segunda-feira que não disputará o Masters 1.000 de Madri por causa de uma lesão nas costas, uma medida de precaução para que ele também não perca o Masters 1.000 de Roma na próxima semana.

Lesionado na primeira parte da temporada, após passar por uma artroscopia no menisco esquerdo em fevereiro, e depois afetado por um vírus estomacal que o impediu de estrear em Miami contra o argentino Juan Martín del Potro, Federer afirmou que este ano está sendo "muito duro" por causa de seus contratempos físicos.

Federer conquistou o Masters 1.000 de Madri em 2006, 2009 e 2012. Sorteado na mesma chave do espanhol Rafael Nadal, com quem duelaria possivelmente nas quartas de final, o suíço será substituído por um jogador que virá do qualifying.

"Minhas costas estão doendo um pouco. Tive que voltar a parar. Em teoria, deveria ter treinado ontem e hoje. Não quero correr riscos porque sei que não vou estar pronto para jogar na quarta-feira. O melhor é me preparar para Roma. É uma pena", disse Federer.

A notícia da desistência começou a circular na noite de ontem, depois de o suíço ter cancelado seus treinamentos e a entrevista coletiva que tinha anunciado. Na manhã de hoje, uma reunião de Manolo Santana, diretor do torneio, com Gérar Tsobanian, presidente e CEO deste Masters 1.000, e funcionários da ATP indicavam o pior.

Federer afirmou que está sentindo dores nas costas desde antes da Copa Davis. "Desta vez sinto uma dor normal nas costas. Sei como tratá-la. Preciso de descanso, por isso me retiro (do torneio). Conheço minhas costas, sei o que está ocorrendo", explicou.

"Não é algo bom não poder jogar, mas a temporada é muito longa, há muitos grandes eventos por vir. Gostaria de jogar aqui, mas não posso. As pessoas entendem, os diretores entendem, e espero que vocês também entendam", afirmou o tenista em entrevista.

Federer disse que o objetivo é jogar em Roma, mas não descarta a possibilidade de também não participar do torneio. "Veremos como posso me preparar. Se não puder jogar, não é o fim do mundo. Tentarei jogar e fazer um bom papel", ressaltou.

O ex-número 1 do mundo explicou que, apesar da proximidade de Roland Garros, não ter disputado muitos jogos no saibro não representa um grande problema. "Se jogo, genial. Se não, confio no meu jogo e na minha mente", afirmou o tenista.

Operado recentemente do menisco, Federer indicou que o desafio é estar "100%" no Grand Slam de Paris. "Se não, em Wimbledon. Esse era o objetivo quando operei", concluiu.

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