Esporte

Com Murray pela frente em Madri, Nadal evita comparações com final de 2015

06/05/2016 16h02

Madri, 6 mai (EFE).- Derrotado pelo britânico Andy Murray na final do Masters 1000 de Madri do ano passado, o espanhol Rafael Nadal terá direito a revanche neste sábado, desta vez nas semifinais do torneio na capital espanhola, mas fugiu de comparações entre as duas partidas.

"É um ano completamente diferente, e são sensações distintas. Murray jogou muito bem até agora, e eu hoje tive um jogo difícil. Não posso pensar no ano passado. Espero que não se repita, mas tudo é possível", comentou Nadal em entrevista coletiva nesta sexta-feira, após passar pelas quartas de final.

O espanhol, número 5 do mundo, precisou de três sets para bater o português João Sousa, enquanto Murray superou o tcheco Tomas Berdych em parciais diretas.

"Ele (Murray) sabe como jogar aqui e pode vencer qualquer adversário. Sei que enfrentarei o número 2 do mundo e preciso dar algo a mais. É mais difícil aqui que em Monte Carlo pela altitude e porque a bola voa mais", comparou o espanhol, que bateu o vice-líder do ranking nas semifinais da campanha do título no principado, há três semanas.

Por muitos anos, Murray foi visto como tenista que tem dificuldades nas quadras de saibro, superfície em que tem apenas dois títulos, ambos obtidos em 2015. Na visão de Nadal, esse estigma ficou no passado.

"Era algo circunstancial. É um especialista em todo tipo de quadra. Eu sempre dizia que é um jogador preparado para todas as superfícies e que poderia vencer em qualquer uma delas", elogiou.

Nas quartas de final, o ex-número 1 do mundo teve maiores problemas que o esperado diante do português João Sousa, principalmente porque aplicou um "pneu" no primeiro set. A partida acabou sendo decidida apenas na terceira parcial.

"Joguei muito bem no primeiro set, mas sempre é uma balança. Soube usar bolas altas e causar dano ao adversário, mas vencer um jogador como João por 6-0 não é algo normal. Depois, desperdicei algumas grandes oportunidades e tive de aguentar e sofrer até encontrar uma solução. Em um terceiro set, sempre há situações limites", avaliou.

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