Esporte

AFA ratifica eleições apesar de sentença judicial contrária

31/05/2016 17h50

Buenos Aires, 31 mai (EFE).- A Associação do Futebol Argentino (AFA) confirmou nesta terça-feira que vai realizar as eleições para a presidência da entidade em 30 de junho alegando que a sentença da Inspeção Geral de Justiça (IGJ) que determinou a anulação da votação "não está firme".

"Esta normalidade do caminho institucional já previsto, aprovado e oficializado oportunamente, não é interrompida pela sentença recente da IGJ, já que a mesma não está firme", informou a entidade que rege o futebol argentino em comunicado.

"O secretário-executivo da presidência da AFA, Damián Dupiellet, lembrou que até as 18h do dia da eleição serão recebidas as candidaturas, com sua correspondente documentação, de todos os dirigentes que desejarem ser candidatos à presidência da AFA", detalha o texto.

Até o momento já apresentaram a documentação requerida o presidente do Independiente, Hugo Moyano, o presidente do Belgrano, Armando Pérez, o presidente do Barracas Central (da terceira divisão) Claudio Tapia e Marcelo Tinelli, vice-presidente do San Lorenzo.

Na madrugada desta terça-feira, a AFA informou que a Inspeção Geral de Justiça da Argentina, órgão do Ministério da Justiça, designou dois inspetores para que analisem a situação administrativa da Associação do Futebol Argentino (AFA) e determinou a suspensão das próximas eleições.

O titular da Inspeção Geral de Justiça, Sergio Brodsky, esclareceu hoje que "não se trata de uma intervenção" e que "foi avaliada a medida para que não haja sanções da Fifa", em entrevista à agência oficial de notícias "Télam".

Os inspetores - um advogado e uma contadora - têm como objetivo elaborar "um relatório sobre a real situação administrativa e financeira da AFA para que aqueles candidatos que depois disputem a eleição a presidente conheçam realmente o estado da questão".

Diante dos rumores que circularam na tarde de hoje sobre uma eventual renúncia do presidente da AFA, Luis Segura, e da saída da Argentina da Copa América Centenário, o próprio dirigente foi taxativo e os desmentiu em entrevista coletiva.

"Não tenho a ideia de renunciar. Eu não renuncio. Não há nenhuma possibilidade de que a seleção argentina não jogue a Copa América, nem há possibilidade de que o futebol local seja suspenso, nem que o Boca não jogue a Libertadores", alegou.

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