Esporte

Argentina entra na disputa da Copa América obcecada com fim de jejum

01/06/2016 19h31

Sebastián Meresman.

Buenos Aires, 1 jun (EFE).- A seleção argentina entra na disputa da Copa América, nos Estados Unidos, com uma obsessão na cabeça: encerrar de vez por todas o jejum de títulos em competições oficiais que já dura 23 anos.

O último título da 'albiceleste' aconteceu na própria competição, em 1993, no Equador, com vitória sobre o México na decisão. Depois disso, vieram três vices no torneio, um na Copa das Confederações e outro na Copa do Mundo.

Em 2014, no Brasil, os argentinos foram derrotados na final pela Alemanha, na prorrogação, e, no ano seguinte, sucumbiram diante do Chile em duelo pelo título da Copa América, nos pênaltis.

Após estas duas derrotas, o mais questionado passou a ser Lionel Messi, grande astro da companhia. Recentemente, houve especulação na imprensa do país sobre um possível afastamento do atacante da seleção, o que foi rechaçado diversas vezes por ele.

Para esta edição do torneio, o craque, no entanto, chegará em meio a problemas com a Justiça. Messi e o pai, Jorge Horacio, terão que depor em audiência em tribunal de Barcelona dias antes da estreia, contra o Chile, em Santa Clara.

A presença do melhor jogador do mundo para a Fifa em 2009, 2010, 2011, 2012 e 2015 na primeira rodada do grupo D, na segunda-feira, inclusive, é incerta. Para piorar, no último amistoso de preparação, contra Honduras, o camisa 10 levou uma pancada e deixou o gramado no decorrer do segundo tempo.

Pré-convocado para os Jogos Olímpicos, quem ficou de fora da lista foi o atacante Paulo Dybala, da Juventus, vice-artilheiro do Campeonato Italiano, atrás apenas do compatriota Gonzalo Higuaín, do Napoli, que é o homem-gol da seleção comandada por Gerardo Martino.

Da lista inicial divulgada pelo treinador, com 40 jogadores, três tiveram que ser cortados: o goleiro Agustín Marchesín, o lateral-direito Pablo Zabaleta e o zagueiro Javier Pinola, todos por causa de lesões.

Isso permitiu que algumas novidades figurassem no elenco que tentará o primeiro título da Argentina em 23 anos, como os zagueiros Jonathan Maidana e Víctor Cuesta, de River Plate e Independiente, que pouco atuaram pela seleção principal até hoje.

Na última hora, quem ficou fora foi o volante Lucas Biglia, que já estava no grupo final de atletas convocados e sofreu lesão muscular. Guido Pizarro, do Tigres, do México, foi chamado para substituí-lo.

Além do Chile, a Argentina vai encarar pelo grupo D as seleções de Panamá, em 10 de junho, na cidade de Chicago, e Bolívia, quatro dias depois, em Seattle.

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