Esporte

Com Klinsmann pressionado, EUA tentam reencontrar bom futebol na Copa América

01/06/2016 20h00

Rubén Mantilla.

Houston (EUA), 1 jun (EFE).- A seleção dos Estados Unidos, anfitriã da edição especial de centenário da Copa América, chegam para a competição com o técnico alemão Jürgen Klinsmann contestado pelos maus resultados recentes, inclusive em competições disputadas no país.

No ano passado, depois de boa participação na Copa do Mundo, os americanos sediaram a Copa Ouro, competição entre filiados à Concacaf, e caíram nas semifinais diante da Jamaica, que, em seguida, foi derrotada pelo México.

Nas Eliminatórias, apesar dos bons resultados disputados em casa, em que golearam São Vicente e Granadinas (6 a 1) e Guatemala (4 a 0), os EUA ocupam apenas a segunda colocação do grupo C da quarta fase, já que empataram fora de casa com Trinidad e Tobago (0 a 0) e sucumbiram como visitantes diante dos guatemaltecos por 2 a 0.

A posição, momentaneamente, garantiria vaga no hexagonal final, em que serão definidos os três classificados diretos ao Mundial, além do participante da repescagem. Os comandados por Klinsmann, no entanto, estão apenas um ponto à frente da Guatemala, terceira colocada na chave.

Os resultados e, principalmente, o desempenho deixaram o trabalho do alemão em xeque. Apesar da pressão, a expectativa é de uma boa participação na Copa América, na qual a seleção está no chamado "grupo da morte", ao lado de Colômbia, Paraguai e Costa Rica.

A preparação americana foi prejudicada pela não-paralisação da liga profissional do país (MLS), o que atrasou a apresentação de oito atletas convocados. Com isso, Klinsmann, além dos 15 que tinha à disposição, completou o elenco provisoriamente com jogadores que entraram em férias na Europa e México.

Na lista final, apesar da presença de experientes como os goleiros Tim Howard, Brad Guzan, dos defensores Geoff Cameron e Michael Orozco, dos meias Jermaine Jones e Kyle Beckerman, e dos atacantes Clint Dempsey e Chris Wondolowski, a grande expectativa é pela participação de alguns garotos na Copa América.

São os casos do goleiro Ethan Horvath, de 20 anos, dos meias Perry Kitchen, de 24, e Darlington Nagbe, de 25, e dos atacantes Bobby Wood, de 19, e Christian Pulisic, de apenas 17, que é uma das promessas do Borussia Dortmund para o futuro.

Na última hora, Klismann perdeu um dos possíveis titulares, o lateral-direito Timothy Chandler, que se lesionou e deu lugar no elenco ao lateral-esquerdo Edgar Castillo, que atua no Monterrey, do México.

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