Esporte

Seleção do Haiti reencontrará Brasil em estreia na Copa América

01/06/2016 20h02

Etant Dupaint.

Porto Príncipe, 1 jun (EFE).- A seleção do Haiti, número 71 do ranking da Fifa e praticamente sem chances de ir à Copa do Mundo de 2018, fará neste ano sua primeira participação na Copa América e, de quebra, reencontrará o Brasil, pela segunda rodada do grupo B.

Em agosto de 2004, os pentacampeões mundiais foram até Porto Príncipe para fazer o chamado "Jogo da Paz", com chancela da ONU, logo após o fim da guerra civil no país mais pobre das Américas. Em amistoso, a equipe então liderada por Ronaldo e Ronaldinho Gaúcho goleou por 6 a 0.

Depois disso, os haitianos conseguiram o título da Copa do Caribe, em 2007, além de quatro classificações nas cinco mais recentes edições das Copa Ouro da Concacaf. Na mais recente, no ano passado, a seleção conseguiu chegar às quartas de final.

Nas Eliminatórias, a equipe comandada por Patrice Neveu, que assumiu a função no fim do ano passado, ocupa a quarta e última colocação do grupo B da terceira fase, com um ponto, atrás de Costa Rica, Panamá e Jamaica. Faltando duas rodadas, apenas uma improvável combinação de resultados daria vaga no hexagonal final.

Na Copa América, além do Brasil, rival na segunda rodada, em partida marcada para acontecer em Orlando, o Haiti encarará os peruanos, na estreia, em Seattle, e os equatorianos, em East Rutherford.

"Será uma tarefa difícil, mas nos empenharemos ao máximo para conseguir bons resultados diante de adversários tão expressivos", afirmou o técnico francês da seleção.

O grande objetivo é deixar a mesma boa impressão de 2013, quando os haitianos foram convidados para amistosos com participantes da Copa das Confederações. Primeiro, empataram com a Itália em 2 a 2, e, em seguida, foram derrotados pela Espanha por 2 a 1.

A lista de 23 convocados por Neveu para a Copa América tem apenas um jogador que atua no futebol local, o terceiro goleiro Luis Valendi Odelus, que atua no Aigle Noir. Outros 12 atletas jogam na Europa, enquanto seis defendem equipes dos Estados Unidos.

Entre os mais experientes da seleção estão o lateral-direito Mechack Jérôme, o zagueiro Judelin Aveska, que chegou a ser contratado pelo River Plate, mas nunca estreou, por problemas com documentação, o meia Jean-Marc Alexandre e o atacante Wilde-Donald Guerrier.

Além disso, a lista tem jovens promessas, com destaque para o lateral-direito Stéphane Lambese, que atua no Paris Saint-Germain, embora ainda não defenda o time principal. O jovem, de 20 anos, está desde 2009 no milionário clube da capital francesa.

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