Esporte

Veteranos e estreantes tentam impedir tricampeonato de Del Bosque na Eurocopa

08/06/2016 19h53

Carlos Mateos.

Redação Central, 8 jun (EFE).- O técnico espanhol Vicente del Bosque chega para a disputa da Eurocopa de 2016 com o objetivo de repetir os títulos conquistados nas duas últimas edições do torneio.

Seu trabalho na 'Fúria' despertou a admiração não só da Europa, mas de todo o mundo. No entanto, 23 treinadores tentarão superá-lo, encerrando o ciclo de triunfos no continente.

Entre os concorrentes, só um sabe o que é levantar o troféu da competição, mas só como jogador. É o caso do francês Didier Deschamps, que, curiosamente, venceu o torneio em 2000, enfrentando na decisão a Itália de Antonio Conte.

Os dois agora são responsáveis por conduzir duas seleções que estão entre as favoritas. Mas esse grupo é maior. É impossível deixar de lado a Alemanha de Joachim Löw, que, após muitos anos de bom trabalho, foi compensado com a conquista da Copa do Mundo. E também o talento dos belgas comandados por Marc Wilmonts.

Expectativa há também quanto ao desempenho da Inglaterra de Roy Hodgson, que parece estar em um bom momento após ter se classificado com facilidade para a fase final do torneio, na qual só perderam para a seleção de Portugal, dirigida por Fernando Santos, e sempre perigosa por causa da presença de Cristiano Ronaldo.

A situação de Santos é peculiar, pois o técnico comandou a Grécia na última Eurocopa. Outro que volta a disputar a competição, mas com uma equipe diferente, é Lars Lägerback, ex-Suécia, que agora vai treinar a estreante Islândia.

Lägerback é um dos que não trabalharão por seu país de origem. Há outros, como o alemão Bernd Storck (Hungria), o suíço Marcel Koller (Áustria), o norte-irlandês Martin O'Neill (Irlanda), o italiano Gianni De Biasi (Albânia) e o sérvio Vladimir Petkovic (Suíça).

Entre os estreantes no torneio há nomes como Jan Kozak (Eslováquia), Leonid Slutsky (Rússia), Adam Nawalka (Polônia), o croata Ante Cacic (Croácia) e o tcheco Pavel Vrba (República Tcheca). Por outro lado, há os veterano Fatih Terim, que está no comando da Turquia pela terceira vez, mesmo caso de Anghel Iordanescu na Romênia.

Outros já estão há bastante tempo no cargo. Erik Hamren comanda a Suécia desde 2009, só perdendo para Löw e Del Bosque. Michael O'Neill comanda a Irlanda do Norte desde 2011. No ano seguinte, Chris Coleman assumiu o País de Gales, e Mykhaylo Fomenko, a Ucrânia.

Com mais ou menos tempo para implantar suas ideias, com formas de trabalhar diferentes e com jogadores de menor ou maior qualidade, o certo é que todos batalharão com todas as armas para conquistar o título. Os estilos poderão ser criticados ou louvados, mas o único fato que restará são os resultados.

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