Esporte

Argentina e Chile se reencontram nos EUA para decidir mais uma Copa América

25/06/2016 17h30

Nova Jersey (EUA), 25 jun (EFE).- As seleções de Argentina e Chile repetirão neste domingo, às 21h (horário de Brasília) a final mais recente da Copa América, quase um ano depois que a 'Roja' conquistou a taça em casa e manteve o jejum de títulos da 'Albiceleste'.

No ano passado, em Santiago, os chilenos venceram nos pênaltis por 4 a 1, após 120 minutos de empate sem gols, levantando a taça inédita. Agora, se voltar a se sagrar campeã, na edição comemorativa disputada nos Estados Unidos, se unirá a Brasil e Uruguai, como únicos que conseguiram conquistas consecutivas no torneio.

Os argentinos, por outro lado, tentarão quebrar tabu de 23 anos. A última final vencida foi em 4 de julho de 1993, também na Copa América, em duelo com o México, que terminou com placar de 2 a 1. Depois disso, foram seis decisões perdidas, três delas para a seleção brasileira.

Os protagonistas do jogo que acontecerá no Metlife Stadium, em East Rutherford, serão os mesmos do ano passado: Lionel Messi, na 'Albiceleste', e Arturo Vidal, na 'Roja'. Além disso, estarão em campo para nova disputa Javier Mascherano, Gonzalo Higuaín de um lado, Charles Aránguiz, Alexis Sánchez e Eduardo Vargas do outro.

Ángel di Maria poderia ser outro dos astros que desfilarão na final, mas é provável que o meia-atacante comece no banco de reservas, apesar de ter se recuperado de contusão na coxa direita. Por outro lado, o volante Augusto Fernández e o atacante Ezequiel Lavezzi estão vetados, por causa de problemas físicos.

Com isso, provavelmente. ganharão lugar na equipe titular de Gerardo Martino o volante Lucas Biglia e o atacante Erik Lamela. O último, no entanto, poderá iniciar a partida como suplente caso a aposta seja por colocar Di María em campo desde o apito inicial.

O Chile, por sua vez, deu a volta por cima na própria competição, já que começou perdendo para a própria Argentina na fase de grupos por 2 a 1 e, na sequência só venceu a Bolívia, pelo mesmo placar, graças a erro de arbitragem. Desde o duelo com o Panamá, no entanto, foram três jogos - os outros contra México e Colômbia, com 13 gols marcados.

O ponto alto foi a goleada esmagadora sobre a seleção da América do Norte, nas quartas de final, por 7 a 0, com quatro gols de Eduardo Vargas, ex-Grêmio. O desempenho na partida, aliás, catapultou o chileno à liderança da artilharia da competição, com seis gols, um a mais que Messi.

Para a final, o técnico Juan Antonio Pizzi terá os retornos de Arturo Vidal, que não atuou contra os colombianos por causa de suspensão, e Marcelo Díaz, que se recuperou de contratura muscular e foi liberado pelo departamento médico durante a semana.

O substituto do craque do Bayern de Munique, Pedro Pablo Hernández, está vetado. O meia não se recuperará de entorse no joelho esquerdo.

A única dúvida na escalação de Juan Antonio Pizzi para a decisão é no setor ofensivo, mais especificamente no jogador que atuará pelo lado esquerdo do ataque. Edson Puch e José Pedro Fuenzalida disputam posição.

Vale lembrar que o campeão desta edição da Copa América não se classifica para a próxima edição da Copa das Confederações, que acontecerá no ano que vem, na Rússia. O representante da Conmebol no torneio será o Chile, por causa do título conquistado no ano passado.

A informação foi confirmada nesta sexta-feira pelo presidente da entidade sul-americana, o paraguaio Alejandro Dominguez, afastando rumores de uma "virada de mesa". Recentemente, foi ventilada a possibilidade do pleito de uma vaga adicional, caso a Alemanha, já garantida pelo título mundial, vença a Eurocopa deste ano.



Prováveis escalações:.

Argentina: Romero; Mercado, Otamendi, Funes Mori e Rojo; Biglia, Mascherano e Banega; Messi, Lamela e Higuaín. Técnico: Gerardo Martino.

Chile: Bravo; Isla, Medel, Jara e Beausejour; Díaz, Aránguiz e Vidal; Fuenzalida (ou Puch), Vargas e Sánchez. Técnico: Juan Antonio Pizzi.

Árbitro: Heber Roberto Lopes, auxiliado por Kleber Gil e Bruno Boschilia.

Estádio: Metlife Stadium, em East Rutherford (Estados Unidos). EFE

gs-mp/bg

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