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Neymar acompanha torneio de jovens e fala sobre pressão pelo ouro olímpico

AFP PHOTO / CHRISTOPHE SIMON
O craque brasileiro negou se sentir pressionado na busca pelo inédito ouro olímpico Imagem: AFP PHOTO / CHRISTOPHE SIMON

09/07/2016 18h41

Praia Grande (São Paulo), 9 de jul - Neymar aproveitou uma das últimas folgas antes do Jogos Olímpicos, para acompanhar neste sábado, na Praia Grande, no litoral de São Paulo, a etapa final de torneio de futebol organizado pelo instituto que leva seu nome.

O atacante do Barcelona participou, depois da final, em que a equipe brasileira venceu a holandesa por 5 a 0, de uma "pelada" com os campeões, jogando ao lado de Lucas Lima, do Santos, do cantor Wesley Safadão, entre outros amigos.

O torneio mundial foi realizado com apoio da Red Bull, nas ruas, gramados e campinhos locais de mais de 35 países, de seis continentes, apenas por jogadores entre 16 e 25 anos. As finais aconteceram na sede do Instituto Neymar.

Antes de a bola rolar, o craque falou sobre a participação nos Jogos Olímpicos, nove dias antes da apresentação na Granja Comary, em Teresópolis, onde o técnico Rogério Micale realizará a primeira parte da preparação para buscar o inédito ouro.

"Não sinto pressão, mas sinto honra em poder mostrar o futebol brasileiro e defendê-lo dentro de casa. A gente pode vencer. Há confiança nos jogadores de qualidade e com experiência", disse Neymar, na zona mista montada para o evento.

Sobre a competição que ajudou a criar, e que também leva seu nome, o atacante admitiu viver uma sensação especial.

"Sempre sonhei em colocar meu próprio estilo em um torneio meu e convidar as melhores equipes para virem a minha cidade natal. Isso, finalmente virou realidade", afirmou Neymar.

Artilheiro do torneio, Lucas Nascimento falou sobre a sensação de golear, nas quartas de final, a Alemanha por 5 a 1, sem esquecer do duelo de dois anos atrás pela semifinal da Copa do Mundo, em que os germânicos passaram pela seleção brasileira por 7 a 1.

"Jogamos segurando a bola, não por medo, mas para que os alemães vissem que, no país do futebol, nosso futebol é de respeito", disso atleta, à Agência Efe.

Paulo Giliarde, de 16 anos, outro integrante da equipe campeã, destacou a grande experiência que foi participar de uma competição tão acirrada, com adversários de todo o mundo.

"Serve como um aprendizado para nossa vida. Foi um sonho enfrentar times de todos os país, cada um com seu grau de dificuldade. Mas nós representamos", brincou o garoto.

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