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Mario Fernandes ganha cidadania de Putin e poderá jogar pela seleção russa

KIRILL KUDRYAVTSEV / AFP
Mário Fernandes em ação com a camisa do CSKA Moscou Imagem: KIRILL KUDRYAVTSEV / AFP

EFE

13/07/2016 16h26

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, concedeu nesta quarta-feira a cidadania do país ao lateral-direito brasileiro Mario Fernandes, do CSKA Moscou, que agora poderá defender a seleção russa em competições oficiais a partir de 2017.

Fernandes, de 25 anos, chegou ao clube de Moscou contratado junto ao Grêmio em 2012, tinha expressado seu desejo de ser convocado o mais rápido possível pela seleção da Rússia, mas não pôde disputar a Eurocopa de 2016, na França, por problemas burocráticos.

Campeão do Campeonato Russo com o CSKA em maio, o jogador é um lateral direito com características ofensivas, algo que falta à seleção do país. O técnico italiano Fabio Capello, que comandou a Rússia até 2015, foi o primeiro a se interessar por Fernandez.

O ex-jogador do Grêmio foi convocado por Mano Menezes para a seleção brasileira em 2011, para a disputa do Superclássico das Américas, mas acabou recusando o chamado alegando problemas pessoais. Depois, em 2014, foi relacionado por Dunga para uma nova edição do Superclássico e para um amistoso contra o Japão.

Fernandes jogou os 45 minutos finais da vitória do Brasil sobre o Japão por 4 a 0, mas, apesar de ter expressado o desejo de voltar à seleção no futuro, não foi mais chamado por Dunga.

A Rússia concedeu recentemente cidadania a dois jogadores, que acabaram depois sendo chamados para a seleção: o volante alemão de origem ucraniana Roman Neustadter, do Schalke 04, e o goleiro brasileiro Guilherme, do Lokomotiv Moscou, ex-Atlético-PR.

Ambos foram convocados para a Eurocopa, mas só Neustadter teve oportunidade de jogar no empate contra a Inglaterra, por 1 a 1, e na derrota para a Eslováquia, por 2 a 1.

Tanto a convocação em maio de Neustadter, quando o jogador ainda não tinha passaporte russo, como seu rendimento na Eurocopa, foram muito criticados pela imprensa e pela torcida do país.

Em uma petição online, quase 1 milhão de russos já pediram a dissolução da seleção depois do fiasco no torneio continental, depois de a Rússia ter sido eliminada na primeira fase, com apenas um ponto conquistado em três jogos disputados.

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