Esporte

Com hérnia de disco, Anderson Varejão está fora dos Jogos Olímpicos

27/07/2016 18h34

(Atualiza com a convocação de Cristiano Felício).

Redação Central, 27 jul (EFE).- O ala-pivô Anderson Varejão, um dos principais nomes da seleção masculina de basquete do Brasil, está fora dos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro, por causa de uma hérnia de disco na região lombar.

O jogador, vice-campeão da NBA com o Golden State Warriors, estava treinando com o restante da equipe olímpica brasileira de basquete em São Paulo, mas começou a sentir fortes dores nas costas após passar por testes físicos.

Apesar de ter sido medicado e ter realizado tratamento intensivo, a situação não melhorou. Autorizado pela Confederação Brasileira de Basquete (CBB), Varejão foi então aos Estados Unidos para realizar exames específicos, que indicaram a existência da lesão.

"É frustrante. Triste. Ainda não estou querendo acreditar nisso. Disputar os Jogos Olímpicos no meu país, com a minha família, meus amigos, o público brasileiro. Isso nunca mais vai acontecer. Parece um pesadelo", afirmou o ala-pivô em comunicado.

"Faltam menos de dez dias para os Jogos e sonhei muito com esse momento. A ansiedade era grande, o frio na barriga. Estava feliz. Desde que anunciaram que as Olimpíadas seriam no Brasil, não conseguia pensar em outra coisa, mesmo durante a temporada, era impossível não imaginar, não lembrar. Infelizmente, por causa de uma lesão, vou ficar fora. É difícil demais aceitar isso", completou.

Após a notícia da ausência de Varejão, a CBB anunciou em comunicado que o técnico Rúben Magnano convocou o ala-pivô Cristiano Felício, do Chicago Bulls, para substituí-lo.

O jogador tinha sido incluído na primeira lista divulgada pelo treinador, mas rejeitou a convocação para disputar a Summer League, a liga de verão da NBA. Ao justificar a decisão, Felício disse era uma opção de momento, e não uma recusa ao país, por ter "a consciência de que tenho que evoluir para conquistar o meu espaço".

Varejão, apesar da lesão, afirmou que "faz questão" de estar juntos dos companheiros durante os Jogos Olímpicos.

"Ainda não sei como vai ser, não parei para pensar. (...) É um momento de muita tristeza. Tentei de tudo, busquei diferentes opiniões de médicos, na esperança de ouvir algo diferente. Tenho que ouvir o que eles me recomendaram. O mais importante é a minha saúde, preciso entender essa situação. Mas faço questão de estar junto, perto dos meus companheiros, passar experiência, vibrar junto, acompanhar os Jogos, estar com a seleção brasileira", afirmou.

"É um momento especial para o nosso país, uma vontade que tenho, seria a minha contribuição, seria uma maneira de participar de algo com o qual sonhei por tantos anos", concluiu o jogador.

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