Esporte

Juiz quer julgamento de Marin por corrupção na Fifa no final de 2017

03/08/2016 21h29

Nova York, 2 ago (EFE).- O juiz da corte federal de Nova York (EUA) onde transita o caso de corrupção de ex-dirigentes da Fifa (um deles o ex-presidente da CBF, José María Marin) propôs nesta quarta-feira abrir o julgamento da acusação em setembro ou outubro de 2017.

Raymond J. Dearie, que julga o famoso caso, rejeitou a proposta da promotoria para começar o processo no primeiro semestre de 2017 por causa da grande quantidade de documentos que ainda precisam ser processados, disseram fontes judiciais à Agência Efe.

Em documento enviado a Dearie, os promotores do caso reconheciam que ainda estão avaliando evidências recebidas nos primeiros meses deste ano, que inclui informações cedidas por bancos suíços, mas que consideravam possível ter o caso pronto para o primeiro semestre.

Além do caso de José María Marin, o julgamento decidirá, a princípio, os destinos de Juan Ángel Napout, ex-presidente da Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol), Eduardo Li, ex-líder da Federação Costa-riquenha de Futebol e Héctor Trujillo, ex-secretário geral da Federação de Futebol da Guatemala.

Também devem ser julgados Rafael Esquivel, ex-presidente da Federação Venezuelana de Futebol e ex-vice-presidente da Conmebol, Julio Rocha, ex-presidente da Federação Nicaraguense de Futebol e Costas Takkas, ex-secretário geral da Federação das Ilhas Cayman e antigo adjunto da presidência da Confederação de Futebol da América do Norte, América Central e o Caribe (Concacaf).

Junto destes ex-dirigentes estará o americano Aaron Davidson, presidente da Traffic Sports, empresa com sede em Miami que se dedica a promover eventos esportivos na América do Norte, na América Central e no Caribe e é braço do grupo brasileiro Traffic.

No total, cerca de 40 pessoas foram acusadas no escândalo de corrupção na Federação Internacional de Futebol (Fifa) a pedido do Departamento de Justiça dos EUA.

As autoridades americanas acusam o grupo de enriquecer de forma ilícita com a negociação de espaços de publicidade na transmissão das partidas organizadas pela Fifa. Os dirigentes receberiam suborno ou vantagens indevidas para fechar negócios escusos.

Ao todo, 16 ex-dirigentes da organização esportiva e outros dois acusados, vinculados com empresas de marketing, já se declararam culpados.

Na última sexta-feira, foi a vez Brayan Jiménez, ex-dirigente da Federação de Futebol da Guatemala, admitir sua culpa e, por isso, conseguirá evitar o julgamento. A data em que será proferida sua sentença ainda não foi definida.

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