Esporte

Vadão aprova estreia com vitória e ressalta apoio da torcida no Engenhão

03/08/2016 20h19

(Corrige segundo parágrafo)

Rio de Janeiro, 3 ago (EFE).- O técnico da seleção brasileira feminina de futebol, Oswaldo Alvarez, aprovou a estreia da equipe nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro com vitória por 3 a 0 sobre a China nesta quarta-feira e atribuiu parte do triunfo ao apoio da torcida presente no Estádio Olímpico Nilton Santos, o Engenhão.

"A seleção feminina não joga muito no Brasil e tem pouco contato com o torcedor, jogamos muito fora do país. A torcida deu um apoio muito grande, tiveram paciência. Temos que agradecer ao torcedor, embora a equipe tenha mostrado atitude", declarou o técnico, conhecido como Vadão.

Na opinião do treinador, as jogadoras conseguiram lidar bem com a pressão de jogarem em casa e tiveram tranquilidade para manter a concentração ao longo da partida.

"Nossa reação foi muito boa porque nos preparamos muito e sabíamos que era uma estreia, com todos assistindo, e existe uma pressão pelo fato de ser no Brasil. Para poder ter sucesso contra a China, tínhamos que ter tranquilidade. Achamos o gol ainda no primeiro tempo e as coisas ficaram tranquilas", comentou.

A vitória brasileira teve início com o gol da zagueira Mônica, aos 34 do primeiro tempo. Na segunda etapa, o ataque mostrou serviço com Andressa Alves, aos 13, e Cristiane, aos 44 minutos.

O próximo desafio da seleção brasileira será neste sabado, novamente no Engenhão, contra a Suécia, que derrotou a África do Sul por 1 a 0 nesta quarta-feira e ocupa a segunda posição do grupo E, atrás do Brasil.

Caso vença a seleção sueca, o Brasil garante uma vaga nas oitavas de final, pois os dois primeiros classificados de cada grupo avançam para a próxima fase, assim como os dois melhores terceiros colocados.

De olho nas adversárias, Vadão alertou para tradição da Suécia no futebol feminino e enalteceu o fato de poder contar com a meia Marta, tanto por ser a craque do time como por já conhecer o futebol praticado pelas europeias.

"As suecas têm uma historia no futebol feminino, tanto que a Marta joga lá (no Rosengard) e é bom contar com ela. Não encontro muitos defeitos na Suécia, e sim virtudes como ótima velocidade e uma média de altura grande. As jogadas aéreas têm grande peso no futebol feminino e a Suécia é muito madura, não perde a cabeça, mantém a equipe equilibrada no transcorrer do jogo", analisou o técnico brasileiro.

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