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Berlusconi venderá Milan a grupo chinês por R$ 2,62 bi, diz imprensa italiana

05/08/2016 09h17

Roma, 5 ago (EFE).- O presidente do Milan, Silvio Berlusconi, chegou a um acordo com um grupo de investidores chineses para vender 99,93% do clube por 740 milhões de euros (cerca de R$ 2,62 bilhões), de acordo com a imprensa italiana.

Após mais um ano de negociações, o grupo Mas-Europe Investiment Management Changxing aceitou os pedidos do presidente 'rossonero' e as duas partes assinarão um contrato preliminar antes do acordo definitivo, previsto para ocorrer no fim de 2016.

O grupo chinês é formado pelo Haixia Capital, fundo estatal da China para o desenvolvimento e investimentos, pelo empresário Yonghong Li e outros investidores, alguns deles também ligados ao governo do país, destacou a imprensa italiana.

Berlusconi, que admitiu em junho a necessidade de vender o Milan para que o clube possa voltar a conquistar campeonatos, exigiu, além disso, que os futuros donos do clube aceitassem investir no mínimo 350 milhões de euros nos próximos três anos em contratações.

O dirigente, ex-primeiro-ministro da Itália, deixará o Milan após 30 anos de presidência nos quais marcou época, ao conquistar 28 títulos e contratar grandes nomes do futebol mundial.

A mudança permitirá o Milan a entrar no mercado de contratações ainda nesta temporada. Até então, os contatos com outros jogadores tinha ficado parada por causa das negociações de venda do clube.

A primeira transferência está perto de ser concretizada. O Milan deve pagar 8 milhões de euros pelo zagueiro paraguaio Gustavo Gómez, do Lanús.

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