Esporte

Brasil busca fazer história no vôlei feminino e encerrar jejum no masculino

05/08/2016 16h13

Rio de Janeiro, 5 ago (EFE).- A seleção brasileira feminina de vôlei inicia a busca pela terceira medalha de ouro consecutiva nos Jogos do Rio de Janeiro neste sábado como uma das favoritas ao título, enquanto a equipe masculina chega para o torneio tendo que provar que é capaz de voltar ao topo do pódio olímpico.

As brasileiras não só aspiram a medalha de ouro, mas buscam igualar um capítulo só conseguido pelas rivais de Cuba, que estão fora do Rio de Janeiro, na história dos Jogos Olímpicos com o tricampeonato, após os triunfos em Pequim 2008 e Londres 2012. Já os comandados de Bernardinho terão que superar rivais como a Rússia, que defenderá o título após ter vencido o Brasil na última decisão.

As meninas do Brasil começam a trajetória em busca do novo ouro no Maracanãzinho contra Camarões, uma das equipes mais frágeis do grupo, formado também por Rússia - adversária na busca por medalhas -, além de Japão, Argentina e Coreia do Sul. A outra chave é composta por Estados Unidos, atuais líderes do ranking mundial e também candidatos ao ouro, China, outra forte rival, Sérvia, Itália, Holanda e Porto Rico.

Apesar da pressão do favoritismo sobre as comandadas do técnico José Roberto Guimarães, o apoio da torcida, sempre presente nos jogos da equipe, deve compensar um possível nervosismo das atletas, que, ao contrário dos homens, não têm vacilado nas decisões.

Além de chegar como atual detentor do título olímpico, as brasileiras vêm da conquista do Grand Prix sobre as americanas, após vitória por 3 sets a 2. A ponteira Natália Pereira foi eleita a jogadora mais valiosa (MVP) da competição. Já a meio de rede Thaísa e a oposto Sheila foram escolhidas para a seleção do torneio.

Os Estados Unidos, treinado por Karch Kiraly, são quem mais ameaçam a terceira medalha de ouro brasileira no torneio feminino de vôlei. A ponteira Kimberly Hill foi a melhor jogadora do Mundial de 2014 e lidera um time repleto de estrelas, como Foluke Akinradewo, Kelly Murphy e Kasta Lowe.

Já a China, comandada pela Jenny Lang Ping, chega para o torneio com o título da Copa do Mundo de 2015, apesar de não subir a um pódio olímpico desde 2004, quando conquistou o ouro.

No torneio masculino, o Brasil busca um final diferente dos dois últimos Jogos Olímpicos. Os comandados de Bernardinho ficaram com a prata em Pequim-2008 e Londres-2012 e, apesar de não entrarem como principais favoritos no Rio de Janeiro, terão a missão de pôr fim ao jejum de medalhas douradas da equipe.

Os desafios já começarão na fase de grupos. O Brasil está no chamado "grupo da morte", formado também por Estados Unidos, campeões da Liga Mundial em 2014 e da Copa do Mundo de 2015, a França, que conquistou o título da Liga Mundial em 2015, dentro do próprio Maracanãzinho, Itália, Canadá e México.

A outra chave também tem postulantes à medalha, mas é considerado mais frágil do que o outro. Um deles é o atual defensor do título, a Rússia, comandada pelo veterano Serguei Tetyukhin, que não sabe o que é não subir em um pódio olímpico. O outro é a Polônia, que venceu o Campeonato Mundial de 2014 em cima do próprio Brasil.

Os outros integrantes do grupo B - Argentina, Cuba, Irã e Egito -, porém, não devem dificultar o trabalho das duas seleções.

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