Esporte

Marcelo Melo diz não temer Djokovic: "Quem tem de estar preocupado é ele"

07/08/2016 20h55

Rio de Janeiro, 7 ago (EFE).- Após a estreia vencedora na chave de duplas do tênis nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro ao lado de Bruno Suares, o brasileiro Marcelo Melo já mirou os próximos adversários, os sérvios Novak Djokovic e Nenad Zimonjic, e garantiu não ter medo de encarar um dos tenistas mais badalados do circuito e número 1 em simples.

"Acho que quem tem de estar preocupado é ele (Djokovic), que vai enfrentar um cara que foi número 1 do mundo (em duplas) há pouco tempo, o Bruno foi 3, e a gente vem jogando muito bem. Fora que estamos jogando em casa. Então vamos pensar do nosso lado, acho que a gente tem nível para ganhar deles. O território é nosso, vamos entrar com o pensamento muito positivo e aproveitar a energia do público, que hoje fez a diferença", analisou Marcelo na zona mista do Centro Olímpico de Tênis após a vitória sobre os irmãos gêmeos tailandeses Sonchat e Sanchai Ratiwatana.

Marcelo ainda se disse feliz pelo carinho da torcida, que, segundo o mineiro, vem aumentando à medida que ele e Bruno crescem no circuito e têm mais espaço na grade televisiva.

"A torcida sempre ajuda, vemos na Copa Davis. O público tem tão pouca gente de nos ver ao vivo, é sempre pela televisão, hoje em dia tem passado muito mais, aí acredito que eles guardam essa energia da TV e a gastam quanto têm a oportunidade. É um carinho muito grande, e a gente anda muito feliz com o que tem acontecido em nossa carreira e vai fazer de tudo para que dê certo", declarou.

Ainda sobre o público, Bruno Soares, por sua vez, considerou que os Jogos Olímpicos acontecerem no Brasil servem para que a população tenham um momento de alegria em meio às incertezas do cenário político e econômico nacional.

"Temos atravessado um momento difícil politica e economicamente, o que não é fácil, e sentimos que sediar um evento assim traz um pouco de paz durante um mês e algo para que as pessoas podem olhar", opinou Bruno.

Djokovic é o atual líder do ranking de simples, e Zimonjic, embora já tenha 40 anos, também tem grandes resultados na carreira como duplista e também já foi número 1 do mundo. O campeão do Aberto da Austrália deste ano, ao lado do britânico Jamie Murray, admitiu que espera dificuldades na segunda rodada.

"Eles simplesmente combinam um dos melhores jogadores de simples de todos os tempos e um dos melhores jogadores de duplas de todos os tempos. Não há o que esperar além de uma partida muito difícil, mas vamos jogar o nosso jogo, focar nas nossas coisas", disse.

"O circuito é legal porque a turma se dá bem. A gente convive o ano inteiro, então todo mundo se dá relativamente bem. O clima que tem na Vila Olímpica é bom por isso, por podermos trocar experiência com outros atletas, outros jogadores, mas quando entra na quadra acaba isso tudo. O que a gente quer é aquela redondinha que o pessoal coloca no peito", ressaltou.

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