Esporte

Sem medalhas na natação, brasileiros evitam lamentos após 2º dia de provas

08/08/2016 03h11

Rio de Janeiro, 8 ago (EFE).- "Dever cumprido" foi a expressão mais usada pelos nadadores brasileiros neste domingo, mais um dia em que o Brasil não conseguiu subir ao pódio na natação, mas que significou três chances de medalha.

Tanto no revezamento 4x100m livre como nos 100m peito, com João Gomes Jr e Felipe França como representantes, os brasileiros tiveram como melhor resultado nas finais a quinta posição, mas foram aplaudidos pela torcida ao entrarem e saírem do local de competição.

"É gratificante, saio dessa piscina com a sensação de dever cumprido. Lutei até o fim e em nenhum momento deixei de pensar na medalha, fico agradecido a todos que torceram. Minha primeira olimpiada, com o quinto tempo. Isso só aumenta a minha vontade de voltar para a piscina e treinar mais. Estamos aí em 2020", comentou João, em referência a próxima edição dos Jogos, em Tóquio.

Nos 100m peito, João encerrou a prova em 59s31, no quinto lugar. Felipe França, com a marca de 59s38, terminou em sétimo. Com direito a novo recorde mundial, 57s13, o ouro ficou com o britânico Adam Peaty. Completaram o pódio com a prata o sul-africano, campeão olímpico em Londres, e com o bronze o americano Cody Miller.

Não houve quebra de recordes nos tempos do revezamento, mas na história dos Jogos Olímpicos. Com o ouro dos Estados Unidos neste domingo, o americano Michael Phelps chegou à 23ª medalha olímpica na carreira e ampliou seu reinado. A prata ficou com a França, equipe campeã em 2012, e a Austrália completou o pódio com o bronze.

Sobre o quinto lugar do Brasil, que ficou atrás da Rússia, Marcelo Chierighini, o responsável por abrir o revezamento, confessou que há aspectos a serem melhorados, mas se disse satisfeito com o esforço feito pela equipe.

"Sentimento de dever cumprido, saindo muito contente da prova. Hoje eu saio da piscina e me sinto uma pessoa melhor. Acho que sempre há algo a melhorar, uma braçada, uma saída. Se olharmos para trás e colocarmos no papel, vamos achar erros porque não existe nada perfeito. Mas existe dar tudo de si, e tenho certeza que todos brigaram, ainda mais com a força torcida", explicou.

A noite ainda contou com presença brasileira nas semifinais dos 100m costas, mas Guilherme Guido terminou a prova com o 14º tempo, 54s16, e ficou fora da relação de oito nomes que brigarão por uma medalha na decisão.

"Tenho que dar uma olhada onde a braçada está escapando, tentar resolver isso para conseguir poupar mais energia. Acabei não fazendo o meu melhor, mas sabia que, se fizesse, automaticamente iria para a final", analisou.

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