Esporte

Flávia Saraiva esbanja simpatia e até ajuda repórter a gravar entrevista

09/08/2016 20h42

Bruno Guedes.

Rio de Janeiro, 9 ago (EFE).- A zona mista de coberturas esportivas é um lugar disputado, em que jornalistas se acotovelam antes ou depois de eventos, para tentar falar com personalidades. Em meio a esse ambiente caótico, a ginasta Flávia Saraiva "literalmente" deu uma mãozinha aos profissionais que acompanharam nesta terça-feira a final por equipes da ginástica artística.

Enquanto diversos repórteres tentavam gravar as declarações de Flávia com celulares, a pequena atleta, de apenas 1m33 de altura, resolveu segurar um dos aparelhos. Em seguida, quando o dono do gravador se aproximou e o recuperou, Flavinha, como é chamada pelas companheiras, não titubeou e pegou mais um, das mãos de um jornalista que se esticava para conseguir o registro.

"É para ajudar, né? Vocês ficam assim, né? É ruim! Poxa, vocês todos querem falar comigo, e só tem alguns aqui na frente e outros ali atrás, então, eu preciso falar com todo mundo", disse, sorridente e com grande simplicidade, a xodó da torcida e da equipe brasileira de ginástica artística.

Depois de ajudar na gravação de algumas das entrevistas que concedeu na zona mista, Flávia Saraiva agora volta para a Vila dos Atletas e começará a preparação para a final da trave, que acontecerá na próxima segunda-feira. Na classificatória, a ginasta ficou na terceira colocação, mas hoje garantiu que falta muito para a disputa.

"Eu não estou pensando em medalha agora. Estou pensando em me aprimorar na trave e nos outros exercícios. Vou tentar fazer meu máximo e, se eu conseguir uma medalha, vai ser muito legal. Se não vier, vou ficar muito feliz, só de estar na minha primeira Olimpíada", disse a carioca.

Sobre o resultado por equipes, em que o Brasil ficou no último posto na final disputada nesta terça-feira na Arena Olímpica do Rio, Flavinha disse ter ficado satisfeita, pois o grande objetivo era avançar da classificatória junto com as companheiras.

"Ficar entre os melhores do mundo é muito bom para a gente. Não importa se a gente ficou em quinto nas classificatórias e agora terminou em oitavo. Para mim, isso não muda nada, porque estamos entre os oito melhores", disse.

Além disso, a ginasta explicou que concordou com a decisão de ser retirada da final individual geral, dando lugar a Jade Barbosa. Flávia se limitou a dizer que se tratou de uma opção "técnica" da equipes de treinadores do Brasil.

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