Esporte

Buzz Aldrin elogia espírito de superação em visita aos Jogos do Rio

11/08/2016 17h27

Rio de Janeiro, 11 ago (EFE).- O astronauta Buzz Aldrin, um dos muitos famosos que estão no Rio de Janeiro por ocasião dos Jogos Olímpicos, elogiou os valores do esporte e encorajou o cultivo ao espírito de superação, o mesmo sentimento que move a exploração espacial.

Aos 86 anos, Aldrin, amante do esporte, destacou a conquista dos atletas olímpicos e não escondeu sua admiração pelos jovens.

"É a mesma coisa que faz todos reavaliarem o que defendem. O que podem fazer. Qual pode ser a sua contribuição, ainda que seja pequena. Mas você sempre quer fazer o melhor. Trabalhamos para um objetivo, melhor dizendo, ou exploramos ou desaparecemos. A escolha é nossa", disse Aldrin, durante uma homenagem recebida na Casa Ômega, instalada em Ipanema durante os Jogos Olímpicos.

Aldrin, o segundo homem a pisar na lua, em 1969, com a missão Apolo 11, ainda lembra bem da experiência histórica, mas defende há muito tempo a necessidade de dar um passo de gigante na corrida espacial e conquistar Marte.

Ele admite que não lembra de seus sonhos sobre a lua, mas que ainda pensa muito nisso "porque ainda é um assunto muito importante na minha vida", destacou o astronauta durante uma breve conversa com um pequeno grupo de jornalistas.

Passados 50 anos desde a aventura, Aldrin acredita que a lua "possa atuar como uma plataforma de conexão para que seja mantido um assentamento permanente em Marte".

A humanidade "busca uma saída para o planeta desde o começo dos tempos. Fizemos um grande trabalho chegando à lua, mas, agora, devemos visitar e também habitar Marte", acrescentou o astronauta.

Isso não será possível até 2040, previu o astronauta, mas "temos que nos apressar e precisamos de ajuda".

Apesar da agenda apertada nos poucos dias que ficará no Rio de Janeiro, Aldrin teve tempo para acompanhar os Jogos e prestigiar o sucesso das estrelas olímpicas.

"O que vi no Rio ficará na minha memória", disse o astronauta. "Há muitos bons atletas nos Estados Unidos. A ginasta Simone Biles fez coisas surpreendentes e só tem 19 anos", comentou, sem esconder sua admiração pela jovem.

"Também gostei de ver a natação. Gostei de assistir Phelps também, com certeza. E a Katie Ledecky, que só tem 19 anos, mas é outra das minhas favoritas", destacou Aldrin.

"Eu estava lá quando ela conseguiu o ouro" afirmou o astronauta, que ainda conserva o "Speedmaster Professional' da Ômega que levou à lua e ainda é o relógio oficial da Nasa.

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