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Polícia investiga suposto envenenamento de tenista britânica em Wimbledon

Shaun Botterill/Getty Images
Imagem: Shaun Botterill/Getty Images

Da EFE

11/08/2016 06h29

A Polícia Metropolitana de Londres investiga um suposto caso de envenenamento de uma jovem tenista britânica durante a última edição do Torneio de Wimbledon, onde ela foi obrigada a se retirar da competição nas quartas de final e ficou vários dias internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital local.

Gabriella Taylor, de 18 anos, teve que abandonar o torneio, onde era a última representante britânica na categoria júnior, por conta do ocorrido.

A jogadora esteve quatro dias internada na UTI de um hospital de Southampton "à beira da morte", segundo informações de sua mãe, Milena Taylor.

A tenista sofreu com sintomas de uma doença então desconhecida que posteriormente foi diagnosticada como leptospirose, uma doença bacteriana que se contagia através dos animais.

Um porta-voz da Scotland Yard confirmou para veículos de imprensa britânicos que está realizando uma investigação para esclarecer se a jovem tenista foi envenenada deliberadamente "com intenção de pôr em perigo sua vida".

Segundo a fonte policial, os agentes receberam no dia 5 deste mês a denúncia que Gabriella pode ter sido envenenada, o que poderia ter ocorrido em uma casa do bairro londrino de Wimbledon, onde acontece o torneio.

Em comunicado policial, observou que "a vítima ficou doente no dia 6 de julho. Não se sabe onde ou quando ela ingeriu o veneno. A vítima, uma jovem de 18 anos, recebeu tratamento hospitalar e continua se recuperando. Nenhuma prisão foi feita e a investigação prossegue".

Taylor jogava contra a americana Kayla Day, pelas quartas de final, quando teve que sentar e, após um breve conversa com o juiz de cadeira, viu que não tinha condições de continuar na partida.

No início desta semana, a Gabriella tinha indicado que achava ter sido vítima de uma intoxicação alimentar, o que motivou que os organizadores do torneio verificar se existem outros jogadores afetados.

A mãe da jogadora disse ao jornal "Daily Telegraph" que "a equipe de infecções afirmou que é muito raro que essa bactéria seja encontrada no Reino Unido" e que, por isso, suspeitavam que o incidente "não pode ter sido um acidente".

"As bolsas com suas bebidas muitas vezes são deixadas sem supervisão na sala dos jogadores e alguém poderia haver aproveitado a oportunidade para contaminar sua bebida", afirmou a mãe de Gabriella Taylor.

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