Esporte

Prima de Dwyane Wade é assassinada durante tiroteio em Chicago

27/08/2016 04h36

Chicago (EUA), 26 ago (EFE).- A violência fez mais uma vítima em Chicago, nos Estados Unidos, e desta vez foi uma mulher que morreu após ser baleada enquanto caminhava com seu bebê, que estava em um carrinho, e foi identificada pela polícia como prima do astro da NBA, Dwyane Wade, que recentemente trocou o Miami Heat pelo Chicago Bulls.

De acordo com as autoridades locais, a vítima responde pelo nome de Nykea Aldridge, de 32 anos, que morreu como consequência dos disparos que recebeu quando dois homens que caminhavam perto dela atacaram a tiros no final da tarde de sexta-feira outra pessoa.

Os policiais informaram que a vítima não tinha ligação com as pessoas envolvidas no tiroteio, assim como não era alvo dos mesmos.

Imediatamente, Wade utilizou seu Twitter para se manifestar sobre a morte de Nykea: "Minha prima foi assassinada hoje em Chicago. Outro ato de violência armada sem sentido. Quatro crianças perderam a mãe por nenhuma razão. Irreal".

Vencedor de três títulos da NBA com sua antiga equipe, o ala-armador, de 34 anos, usou a hashtag "#EnoughIsEnough" (Já é suficiente).

Já a mãe do jogador, Jolinda Wade, falou sobre a morte de Nykea, tentando segurar as lágrimas, enquanto lamentava a perda de vidas inocentes por culpa da violência que existe em determinadas áreas da cidade.

"Justo ontem (quinta-feira) falei sobre a violência na cidade de Chicago, sem saber que no dia seguinte estaria vivendo e sofrendo esta violência", lamentou Jolinda.

Wade e sua mãe fizeram parte de uma série de discussões sobre a violência com armas de fogo em um programa da rede de televisão "ESPN".

Enquanto isso, o legista afirmou que Nykea Aldridge foi atingida na cabeça e no braço. A polícia informou que o bebê não sofreu lesões e que está com um parente da vítima.

O pastor Edward Jones, amigo e porta-voz da família, afirmou que Nykea estava indo matricular seus filhos na escola. Ele revelou que a família tinha se mudado recentemente para a região onde aconteceu a tragédia.

A polícia afirmou que um dos homens que participou do assassinado já foi interrogado.

Com 464 assassinatos registrados até esta sexta-feira, Chicago está a caminho de bater uma marca negativa de 1997, quando 761 pessoas foram mortas na cidade.

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