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Ex-dirigentes de clube francês são condenados por fraude em venda de atletas

13/09/2016 15h20

Paris, 13 set (EFE).- O ex-presidente do Strasbourg, Patrick Proisy, e o ex-diretor-esportivo do clube e atual técnico de Togo, Claude Le Roy, foram condenados por irregularidades cometidas na transferência de jogadores entre 1997 e 2003.

O Tribunal Correcional de Estrasburgo condenou Proisy a dez meses de prisão isentos de cumprimento, determinou uma multa de 25 mil euros e que ele devolva 440 mil euros, destacou o jornal "L'Équipe". Já Le Roy deverá pagar uma multa de 15 mil por ter atuado de forma irregular na venda de apenas um jogador do clube.

Proisy tinha sido acusado de cumplicidade na elaboração de faturas falsas que permitiram ao grupo britânico IMG - que era dono do Strasbourg na época - e vários intermediários a embolsar comissões nas transferências, em detrimento do próprio clube.

A operação de maior peso em que o dirigente se envolveu foi a venda, em 2001, do francês Peguy Luyindula ao Lyon por 58 milhões de francos - cerca de 6,5 milhões de euros no câmbio atual.

No início dos anos 2000, Proisy foi destaque na mídia por outra polêmica, desta vez com o ex-goleiro José Luis Chilavert, lenda do futebol do Paraguai. Chilavert, que jogou no clube francês entre 2000 e 2000, denunciou o ex-dirigente por insultos racistas.

Proisy respondeu às acusações denunciando o paraguaio por falsificação de documentos. Em nenhum dos dois casos houve penas fixadas pela Justiça francesa.

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