Esporte

Após 21 anos na NBA, Kevin Garnett dá adeus ao basquete

24/09/2016 06h42

Minneapolis (EUA), 23 set (EFE).- O veterano ala-pivô Kevin Garnett anunciou nesta sexta-feira, de maneira oficial, sua decisão de se retirar do basquete, após atuar por 21 anos como profissional na NBA.

Garnett, de 40 anos, considerado como um dos melhores defensores na história da NBA, também será lembrado por sua provocação permanente aos rivais que o transformou em um dos nomes mais intensos que já entraram em uma quadra de basquete.

Embora ainda tinha um ano de contrato com o Minnesota Timberwolves, para onde retornou após ter jogado no Boston Celtics e Brooklyn Nets, Garnett publicou um vídeo onde antecipa sua decisão de se retirar das quadras.

Garnett, no vídeo de curta duração e gravado em preto e branco, aparece caminhando sozinho na quadra do Target Center, casa dos Timberwolves.

"Eu sou grato. Eu não posso nem colocar isso em palavras", narra o próprio Garnett. "Sou grato. Sou grato a todos por todo amor. Nunca teria pensado que as pessoas me quisessem assim", afirmou.

Anteriormente, Garnett já tinha informado aos Timberwolves sua decisão de se aposentar nesta sexta-feira. A equipe o deixou livre para decidir seu futuro e garantiu que pagará todo seu salário de US$ 8 milhões previsto para esta temporada.

O acordo feito pelos Timberwolves com Garnett, foi o mesmo que o San Antonio Spurs fez com outra lenda da NBA e futuro membro do Hall da Fama, o também ala-pivô Tim Duncan, que se aposentou em julho.

Kevin Garnett, selecionado pelos Timberwolves diretamente da escola secundária, em 1995, foi o principal jogador da franquia por 12 temporadas até que em julho de 2007 se transferiu para o Boston Celtics, equipe onde, em seu primeiro ano, conseguiu seu único título de campeão da liga.

Ele também jogou no Brooklyn Nets, a partir da temporada de 2013, retornando para Minnesota dois anos depois.

Garnett também ganhou os prêmios individuais de Jogador Mais Valioso (MVP) da liga em 2004, o de Jogador Defensivo do Ano, em 2008, e foi escolhido 15 vezes para o Jogo das Estrelas, onde na edição de 2003 foi nomeado o MVP.

O agora ex-ala-pivô também brilhou com a seleção dos Estados Unidos e conquistou a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Sydney, em 2000, o que lhe garantiu um lugar no Hall da Fama.

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