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Fifa controlará finanças de comitês organizadores da Copa do Mundo

AFP PHOTO / OLIVIER MORIN
Imagem: AFP PHOTO / OLIVIER MORIN

13/10/2016 15h56

Redação Central, 13 out (EFE).- A Fifa controlará as contribuições fincneiras e as despesas do Comitê Organizador da Copa do Mundo de 2018, na Rússia, e vai estabelecer uma nova estrutura para garantir este controle em futuras edições a partir do Mundial de 2022, no Catar, dentro das medidas para melhorar sua governança e transparência.

As novidades foram informadas pelo presidente da entidade, o suíço Gianni Infantino, na primeira reunião do novo Conselho da Fifa, em Zurique, onde ele falou sobre as reformas já colocadas em andamento, como o controle das atividades da agência contratada para vender os ingressos da Copa de 2018.

A Fifa quer maior transparência também em torno da venda e distribuição dos ingressos para os Mundiais e vai iniciar um único programa - e não vários, como acontecia antes - para a distribuição do dinheiro destinado ao desenvolvimento econômico.

Em relação à Copa do Mundo, Infantino anunciou que a Fifa vai dispor de toda a informação relacionada às despesas do evento e que a escolha da sede do Mundial de 2026 será realizada em processo de candidaturas totalmente transparente, que incluirá um trâmite de consultas.

As candidaturas que não cumprirem totalmente as exigências técnicas, com base em critérios objetivos, serão excluídas pela administração da Fifa, e não por seu Conselho, órgão que substituiu o Comitê Executivo e que hoje e amanhã se reúne pela primeira vez.

Infantino explicou que todos os fundos de desenvolvimento serão distribuídos por meio de um único programa, e não de formas diferentes, como era feito até agora, e garantiu que os salários dos integrantes serão divulgados, devido à preocupação gerada pelas despesas abusivas na administração.

Além disso, a Fifa aplicará uma política de prevenção por possíveis abusos e redefinirá os benefícios para os membros do Conselho e dos diferentes comitês da entidade.

Outros detalhes revelados pelo presidente se referem à quantia de US$ 1,4 bilhão destinada para projetos de desenvolvimento do futebol e a aumentar o foco sobre o futebol feminino com a criação de uma divisão própria, assim como aumentar a diversidade tanto de gênero como de representação regional em seus comitês permanentes e em sua administração.

A incorporação dos ex-jogadores Zvonimir Boban (como secretário-geral adjunto de futebol) e Marco van Basten (diretor-geral para o desenvolvimento técnico) são outras decisões já adotadas para criar uma estrutura apropriada para o futebol dentro da administração da Fifa.

"É necessário muito trabalho para que consigamos fazer da Fifa uma organização mais forte e desenvolver as reformas aprovadas pelo Congresso, mas estamos orgulhosos do que alcançamos até o momento", afirmou Infantino, que ocupa o cargo desde 26 de fevereiro.

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